O assassinato da vereadora carioca Marielle Franco — que, pra informação a quem não mora neste planeta, era negra, lésbica, mãe, nascida e crescida no Complexo da Maré, graduada em Ciências Sociais e eleita na mais recente eleição municipal vereadora pelo Psol, tendo sido a quinta mais votada em sua cidade —, além de gerar comoção Brasil afora, tem servido também pra que desocupados mal-intencionados propaguem suas baboseiras. Entre aqueles que não compartilham dos ideais de Marielle, li alguns relativizarem sua morte e outros mesmo tentarem achar justificativas pra tragédia, ligando-a ao tráfico de drogas.Colunas
- Crônicas Desclassificadas (193)
- Ninguém me Conhece (86)
- A Palavra É (51)
- Grafite na Agulha (50)
- Crônicas Classificadas (49)
- Os Manos e as Minas (40)
- Trinca de Copas (40)
- Esquerda Volver (32)
- Textos Avulsos (28)
- Notícias de Sampa (23)
- Joaquín Sabina en Portugués (19)
- Entrevistando (15)
- Eu Não Vi Mas Me Contaram... (15)
- Um Cearense em Cuba (15)
- De Sampa a Tóquio (14)
- Trinca de Ouro (12)
- 10 textos recomendados (10)
- Cançonetas (9)
- Canções que Amo (6)
- Minhas Top5 (5)
- Versão Brasileira (5)
- Cinema & Cia. (3)
- No Embalo da Toada (3)
- A Caverna de GH (2)
- Canções em Colisão (2)
- PodCrê (2)
Mostrando postagens com marcador Assassinato. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Assassinato. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 20 de março de 2018
Os Manos e as Minas: 33) A morte e as mortes de Marielle Franco
O assassinato da vereadora carioca Marielle Franco — que, pra informação a quem não mora neste planeta, era negra, lésbica, mãe, nascida e crescida no Complexo da Maré, graduada em Ciências Sociais e eleita na mais recente eleição municipal vereadora pelo Psol, tendo sido a quinta mais votada em sua cidade —, além de gerar comoção Brasil afora, tem servido também pra que desocupados mal-intencionados propaguem suas baboseiras. Entre aqueles que não compartilham dos ideais de Marielle, li alguns relativizarem sua morte e outros mesmo tentarem achar justificativas pra tragédia, ligando-a ao tráfico de drogas.quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Crônicas Desclassificadas: 64) O novo velho oeste
Há alguns anos sofri um acidente automobilístico do qual escapei com vida (e sem maiores complicações que o ganho de um nariz "pugilizado" e uma costela sem condições de dar à luz evas) pelo que se costuma chamar milagre. Mesmo assim, até os 40 anos a morte nunca havia ganho especial atenção de meus pensamentos, porém, se nela eu pensava, nem me fazia cócegas. Sentia-me quase eterno e, com uma larga estrada de realizações a percorrer, preferia, obviamente, deixar de coisa e cuidar da vida, já que eu ainda era tão moço pra tanta tristeza. Mas, dos 40 pra cá...
Assinar:
Postagens (Atom)