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quarta-feira, 27 de junho de 2018

Esquerda, Volver: 20) Eu, política e Copa do Mundo

O futebol é o ópio do povo... Será? Essa afirmação vive em nossos corações e mentes há muito tempo. Já disseram que a religião era o ópio do povo etc. Sem entrar no mérito de se é ou não é, vou mais além: e se for? Igualmente não seriam as drogas, o álcool e as artes em geral? Alguém (mais de um) já disse que a poesia não serve pra nada. No entanto, tantos se dedica(ra)m a ela — não é, Lúcia Santos? Não é, Vlado Lima? E, afinal, num mundo tão cruel e injusto como o nosso, um pouco de ópio (no melhor dos sentidos) não seria de certa forma bem-vindo, seja em forma de religião, seja em forma de futebol, seja em forma das tantas artes que pipocam mundo afora...?

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

De Sampa a Tóquio: 4) "Brics family"

O programa do dia 28 de novembro foi ir a um jantar de celebração do casamento da sobrinha mais nova de Kana — que está chamando sua família de brics family, pois ela se casou com um brasileiro e a sobrinha em questão com um chinês (faltam só três iniciais pra completar a sigla). Todos estiveram muito agitados durante o dia, rolaram até umas farpas paralelas. E eu, à margem de tudo, só queria acertar o nó da gravata. Aproveito que ninguém tá lendo pra confessar um segredo: odeio gravatas! Inclusive, já havia escrito a respeito — aqui. E, embora já tenha usado gravata antes em não memoráveis situações, nunca aprendi a fazer o nó, de maneira que passei a manhã recorrendo ao youtube pra resolver essa minha falha grave. Depois de muito treino, cheguei a um resultado razoável — sem o traje que iria usar.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Crônicas Desclassificadas: 39) "La Famiglia" e as Famílias

Não conheço nenhuma família que não tenha problemas. Ao contrário dos amigos, que escolhemos, não podemos escolher nossos pais, irmãos, tios, primos etc. Daí que os laços que nos aproximam são, em alguns casos, meramente sanguíneos, e as relações, conturbadas. Contudo, sendo a família uma instituição tão importante na sociedade, temos que aprender a conviver com os de nosso sangue, engolir alguns sapos e, principalmente, tentar trabalhar pra que reine a harmonia acima das diferenças. Quando conseguimos isso, o afeto até pode se tornar verdadeiro. Aproveito o tema pra relatar alguns fatos que me serviram de experiência pra que mudasse meu comportamento na relação com os meus: