Fazia tempo que não voltava a esta coluna, e devo satisfações à leitora interessada e ao leitor estressado. Quando cheguei aqui, tinha a intenção de escrever regularmente a respeito de minhas experiências — a saga do cearense em Tóquio —, mas os afazeres do dia a dia foram me afastando do intuito. Explico: nos primeiros dias, tudo era novidade — claro, já tinha vindo outras vezes, mas nunca pra morar. No entanto, com o passar do tempo o que era novidade deixou de o ser e a preguiça foi tomando conta de mim. Até porque sempre quis que os relatos fossem interessantes, e escrever por escrever, geralmente coisas sem importância do cotidiano, pareceu-me uma perda de tempo tanto pra mim quanto pra quem lesse.Colunas
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sexta-feira, 30 de março de 2018
De Sampa a Tóquio: 14) De terremotos e outros tremores
Fazia tempo que não voltava a esta coluna, e devo satisfações à leitora interessada e ao leitor estressado. Quando cheguei aqui, tinha a intenção de escrever regularmente a respeito de minhas experiências — a saga do cearense em Tóquio —, mas os afazeres do dia a dia foram me afastando do intuito. Explico: nos primeiros dias, tudo era novidade — claro, já tinha vindo outras vezes, mas nunca pra morar. No entanto, com o passar do tempo o que era novidade deixou de o ser e a preguiça foi tomando conta de mim. Até porque sempre quis que os relatos fossem interessantes, e escrever por escrever, geralmente coisas sem importância do cotidiano, pareceu-me uma perda de tempo tanto pra mim quanto pra quem lesse.quarta-feira, 27 de dezembro de 2017
De Sampa a Tóquio: 12) De Natal e terremoto
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