Mostrando postagens com marcador Ana Vega. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ana Vega. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 13 de maio de 2020

Crônicas Classificadas: 48) A profecia autocumprida

Enquanto não descobrem a cura pra tal "gripezinha" (se é que não descobriram ainda), seguimos nós, artistas, arteiros & demais artimanhosos, tentando ao menos tornar mais leve o fardo que todos ora carregamos, que, obviamente é mais pesado pra uns que pra outros. Deixemos que fale o velho Gabo (o outro, viu, Gabriel?):


A profecia autocumprida
Por Gabriel García Márquez

por Francisco Daniel
Imagine você um povoado muito pequeno onde há uma senhora velha que tem dois filhos, um de 17 e uma de 14. Está servindo-lhes o café da manhã e tem uma expressão de preocupação. Os filhos lhe perguntam o que aconteceu e ela lhes responde:

— Não sei, mas amanheci com o pressentimento de que algo muito grave vai acontecer em nosso povoado.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Filho da preta! – na boca dos leitores (3)


Dando prosseguimento às divulgações de meu romance Filho da preta! (enquanto a imprensa não toma conhecimento de sua existência), destaco mais uma leva de comentários de leitores do livro, a quem sou muitíssimo grato não somente pelo fato – já digno de nota – de o terem lido, mas sobretudo por terem gasto parte de seu precioso tempo se dedicando a relatar suas impressões sobre a leitura. Obrigado, de coração! 

Ah, quase esquecia: antes de passar a eles, aviso aos caros e raros leitores que dois comentários estão em espanhol, mas preferi não os traduzir, em primeiro lugar porque estão bastante claros, em segundo pra incentivar a leitura na hermosa língua de Cervantes. A eles, pois:

domingo, 26 de janeiro de 2014

Grafite na Agulha: 17) Verde esperança

Conheci Ana Vega na faculdade, pois era minha colega de classe. Em pouco tempo, devido a algumas afinidades, já éramos bastante próximos. Sua inteligência cativava e sua gargalhada aberta e franca desarmava. Notei de cara que se tratava de uma pessoa, como dizem hoje, do bem. Mas de ingênua não tinha nada. Sabia se defender muito bem, ¡sí señor! Além do mais, por ser chilena, fazia aumentar meu interesse por estar perto dela, pois assim podia treinar meu espanhol tartamudeante (ainda o é). Discreta, só alguns anos depois que havíamos terminado o curso me contou sua incrível história. Incentivei-a mesmo a escrever um livro, fosse de memórias, fosse romanceado, pois, como vocês perceberão, a muchacha escreve bem pra dedéu.