Eu, desde criança, sempre fui petista. Tive até um tio que foi candidato a vereador pelo PT. Ele não ganhou, mais tarde se desiludiu com o partido da estrelinha, pegou sua trouxa e se picou pras bandas de outros partidos. Importante frisar: outros partidos mais à esquerda que o PT. Ou seja, chutou o balde. E era justamente esse o ponto nevrálgico no qual eu queria tocar. Hoje, vemos um país dividido entre petralhas e coxinhas, tendo uma razoável parcela da sociedade sentada em cima do muro esperando a banda passar. E eu vim aqui hoje justamente conversar com você, meu amigo ex-petista. Eu também sou um ex-petista. Quem acompanha meu blogue sabe que, durante esses anos em que escrevo minhas inofensivas bobaginhas por aqui, tenho sido crítico ferrenho do governo petista.
Colunas
- Crônicas Desclassificadas (193)
- Ninguém me Conhece (86)
- A Palavra É (51)
- Grafite na Agulha (50)
- Crônicas Classificadas (49)
- Os Manos e as Minas (40)
- Trinca de Copas (40)
- Esquerda Volver (32)
- Textos Avulsos (28)
- Notícias de Sampa (23)
- Joaquín Sabina en Portugués (19)
- Entrevistando (15)
- Eu Não Vi Mas Me Contaram... (15)
- Um Cearense em Cuba (15)
- De Sampa a Tóquio (14)
- Trinca de Ouro (12)
- 10 textos recomendados (10)
- Cançonetas (9)
- Canções que Amo (6)
- Minhas Top5 (5)
- Versão Brasileira (5)
- Cinema & Cia. (3)
- No Embalo da Toada (3)
- A Caverna de GH (2)
- Canções em Colisão (2)
- PodCrê (2)
Mostrando postagens com marcador PT. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PT. Mostrar todas as postagens
sábado, 16 de abril de 2016
quarta-feira, 16 de março de 2016
Esquerda, Volver: 1) Por que você odeia (só) o PT?
Dois amigos que, no âmbito das ideologias, se situam tão à esquerda quanto eu (ou mais) me convidaram a criar um blogue político. Como não tenho o conhecimento político necessário pra tal, resolvi, em contrapartida, lhes oferecer uma nova coluna em meu blogue, que, antidemocraticamente, batizei de Esquerda, Volver. Minha proposta é de que tratemos, com clareza de raciocínio – e dando direito a voz àqueles que queiram debater sem agredir –, tantos assuntos importantes que são pauta diária tanto em telejornais, mídia impressa ou mesmo redes sociais. Mas minha (nossa) maior intenção – deixemos desde já claro – é defender a tão combalida esquerda, visto que, nessa imbecil dicotomia da qual somos todos vítimas, notamos claramente uma guinada à direita.
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
Crônicas Classificadas: 43) A desinformação midiática deforma o brasileiro
Há alguns meses, escrevi um texto chamado O PT errou, que mereceu longa resposta de meu amigo Roney Giah, que acabei, democraticamente, publicando também por aqui (o link pra lê-lo é este). Tal diálogo gerou muitos comentários, e calhou de outro amigo se sentir motivado a escrever, por sua vez, uma resposta à resposta de Roney. Seu nome: Edu Franco. Pra ser bem sincero, essa resposta de Edu tá guardadinha aqui em meus arquivos já faz uns meses, mas, sempre quando eu pensava em publicá-la, algum assunto urgente (ou mesmo a falta de tempo) me impedia de fazê-lo. Esta semana, contudo, após os acontecimentos políticos cobertos com a tendenciosidade de sempre, acho que o texto de Edu chega em boa hora. Como em relação ao texto de Roney, antecipo que a responsabilidade pelas palavras abaixo é totalmente de Edu, que, no mais, não costuma fugir de um bom debate. Ao texto, pois:
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
Crônicas Classificadas: 42) Comentários de Roney Giah sobre meu texto "O PT errou"
Minha intenção com este blogue não é "ficar bem na fita" com este ou aquele. Costumo dizer que me orgulho de manter este espaço da maneira mais democrática possível. Pois bem, ora surgiu uma oportunidade pra mostrar que realmente o que digo não é cascata. Há pouco tempo, escrevi um texto que denominei O PT errou (clique no link pra lê-lo). Um querido amigo e baita compositor, Roney Giah, após leitura deste, resolveu perder um pouco de seu precioso tempo pra tecer alguns comentários acerca do assunto. Adoro as discussões inteligentes que me levam a pensar a respeito de opiniões daqueles que, em uma ou outra instância, divergem de mim. Assim, embora discorde de muito do que foi escrito por Roney (ou por isso mesmo), resolvi, em vez de lhe dar uma resposta que ficaria perdida ali entre os comentários, trazer a discussão pra uma nova publicação, assim damos mais visibilidade ao assunto e possibilitamos que outras cabeças pensantes se manifestem a respeito dele. Convido-os ao debate, pois:
segunda-feira, 17 de agosto de 2015
Crônicas Desclassificadas: 163) O PT errou

Eu sei, eu sei que, quando um blogueiro semianônimo se digna a escrever sobre manifestações, consegue, quando muito, pregar pra convertidos. Sim, pois os que concordam com ele vão aplaudi-lo (ou buscar um texto similar de alguém mais conhecido pra compartilhar no feicibuque) e os que discordam dele vão ignorá-lo. Pensando nisso, resolvi mudar de tática e abordar o assunto sob um viés diferente. É arriscado? É, obviamente, mas, se viver sem risco já é um troço chato pra caramba, escrever sem risco é mais chato ainda. Sem falar que o camarada acaba se tornando burocrático. Por essas e outras, resolvi focar neste texto não as barbaridades do grande circo de domingo passado (que de místico não teve nada), mas, sim, os erros do PT.
quinta-feira, 7 de maio de 2015
Crônicas Desclassificadas: 161) Alguns pensamentos barulhentos sobre o panelaço-aço-aço-aço
Terça-feira passada, durante os dez minutos do programa do PT em rede nacional, novamente os paneleiros fizeram seu carnaval. Segundo a Folha de S.Paulo, o tal panelaço ocorreu em dez Estados mais o DF. Vejamos: fora o Distrito Federal, o Brasil possui 26 Estados. Se dez deles "panelaram", significa, se não erro a conta, que 16 deles ficaram em silêncio. Portanto, a manchete da Folha poderia bem ter sido "Durante programa do PT, 16 Estados não fizeram panelaço". Percebem como as coisas sempre podem ser vistas por ângulos diferentes? E mais: nesses dez Estados + DF, não foram em todas as cidades nem em todos os bairros que a barulheira ocorreu. Ou seja, se fizermos a conta de forma isenta, chegaremos a um resultado pífio.
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
Crônicas Desclassificadas: 145) Algumas considerações sobre o debate... e outros bafafás
Estava eu trocando por e-mail uma ideia federal com o mano Marcio Policastro, quando o assunto derivou pro tema eleições. Daí, como ambos havíamos gastado duas preciosas horas assistindo ao recente debate promovido pela Rede Globo, relatei minhas impressões a respeito e, como de costume, acabei vencido pela velha verborragia. Tanto que, quando pus o ponto final, reli o relato e pensei cá com meus botões que o poderia aproveitar no blogue, visto que o assunto é atual e pertinente. Contei-lho e, como Poli corroborou minha intenção, cá estou eu outra vez metendo a pata onde não fui chamado, mas exercendo meu direito de cidadão e blogueiro semianônimo, feliz por viver num país onde qualquer um é livre pra falar o que quer e ouvir o que não quer. Abaixo, segue o relato, ligeiramente adaptado (caso contrário, não poderia ser publicado). A ele:terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Crônicas Desclassificadas: 121) O mensalão, o mensalinho e os hipócritas
Corruptos, mensaleiros, larápios, petralhas, quadrilha, corja, súcia, etc. etc.; no que se refere ao caso do mensalão, são inúmeras as "qualificações" que os exaltados defensores da Justiça (com jota maiúsculo) vêm atribuindo nos últimos anos aos réus – e agora condenados – petistas, e não só a estes, diga-se de passagem. A impressão que temos é de que se trata menos de um partido e mais de um bando de assaltantes da pátria, pois não há opiniões isentas de ódio, imparciais. Desde o começo o que se viu foi a inversão do "inocente até que se prove o contrário". E a oposição sempre soube se aproveitar desses arroubos patrióticos, vinculando à "quadrilha" tanto a presidente (sorry, dra. Rousseff, prefiro assim, comum de dois gêneros, como sempre fora) Dilma quanto o prefeito Haddad, entre outros (mas não deu certo, né?)... Quanto ao ex-presidente Lula, vixe! Este então seria o líder!
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Crônicas Desclassificadas: 111) Por que ainda ser de esquerda
Escrevo este texto-desabafo a meus amigos que por um motivo ou outro andam pendendo à direita. Quero dialogar com eles, pois sei que são bem-intencionados. Portanto, se você não é meu amigo, mas ainda assim pretende continuar a leitura, aviso de antemão que não pretendo dar corda a comentários ku-klux-klanianos, sobretudo àqueles escritos pelos anônimos de sempre, os que escondem seu ódio e seu preconceito sob a máscara do anonimato. Como dizem, quem avisa amigo é. Se vierem black-bloquisticamente querendo zoar o barraco, sumariamente excluo o comentário e já era. Estamos conversados? Discordar pode, dialogar também, mas manchar o tapete desta residência com a baba infectada com os vírus do ódio, sem chance! Isto posto, vamos ao texto.
terça-feira, 13 de agosto de 2013
Crônicas Desclassifiadas: 101) O PT e os outros
Sou um cara tão honesto comigo mesmo, que nunca tive medo de pôr o dedo em certas feridas que a esquerda costuma esconder. Por isso tenho sido criticado por alguns amigos que me acham um vendido, neoburguês ou algo do tipo. Entendo pouco de política, confesso, aliás, entendo pouco de tudo. Mas, a despeito de minhas raízes "humildes", tenho orgulho de ser um teimoso, um cara que há uns 30 anos teria o direito de permanecer calado e hoje tem liberdade de expressão. Ainda me envergonho ao tentar mostrar meu pensamento quando imagino que alguns cultos "por herança" em 30 segundos de argumentação me destruiriam, mas sou reflexo de um país onde até os ignorantes já começam a ter voz, e, embora eu não seja um intelectual, não me creio ignorante de todo. E, embora míope e astigmático (ou por isso mesmo), posso dizer que costumo lançar um olhar bem peculiar sobre as coisas.
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Crônicas Desclassificadas: 60) De mensalão, ideologias, reforma política, voto vinculado etc.
![]() |
José Dirceu (2º em pé, da esquerda
para a direita) foi um dos 15 pre-
sos políticos soltos em troca da li-
bertação do embaixador ameri-
cano Charles Burke Elbrick
Foto: Reprodução |
A página 2 da Folha de São Paulo de hoje praticamente se dedicou a espinafrar o PT, com tintas de deixar roxa a Veja! Meio que como uma edição do Jornal Nacional de dias antes das eleições, quando este dedicou cerca de vinte minutos de sua programação ao mensalão. O PT errou? Sim, errou. E está pagando o preço. Descobriu-se que o partido dos ex-barbudos não é constituído de santos, mas de gente feita do mesmo barro de onde saíram seus adversários.
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Entrevistando: 6) José de Abreu (por Alberto Pereira Jr.)
Sou do tempo em que artistas eram de esquerda. Sempre enxerguei a arte como uma ferramenta social capaz de, senão mudar o mundo, ao menos abalar um tiquim suas estruturas. Claro que arte é muito mais que isso, é algo muito complexo, caminha pelos labirintos do subconsciente. Uma arte, pra ser boa, não precisa necessariamente ser engajada. Contudo, quando o artista se posiciona à direita, é sinal de que algo vai mal. Ver, por exemplo, Caetano Veloso, que foi preso e exilado na época da ditadura, declarar voto em ACM Neto em Salvador é algo que frustra quem nele viu algo de revolucionário quatro décadas atrás. Conheço mesmo alguns artistas que se declaram malufistas (afe!)!
Assinar:
Postagens (Atom)






