Mostrando postagens com marcador Natal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Natal. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

De Sampa a Tóquio: 12) De Natal e terremoto

O tempo vai passando e a gente vai se moldando ao panorama, vai se acomodando. Assim, tenho sido um tanto relapso na narração dos acontecimentos, que vou tentar resumir nesta missiva. Segunda-feira, dia 18/12, um amigo japonês que mora no Brasil, Yuji san, em passagem por Tóquio reuniu uns amigos num bar pra comemorarmos o fim de ano. Dei uma passada lá com Kana, pois tinha que dar aula um pouco mais tarde. Foi triste sair enquanto todos chegavam, mas tive meu momento de emoção em seguida, pois, como Kana ficou na confraternização, pela primeira vez peguei o trem sozinho. Só quem já estreou por aqui essa emoção sabe. Já os relatos sobre a aula, que gerou até um conto, contei na edição anterior.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Crônicas Classificadas: 34) Um conto de Natal

Queridos (e raros) leitores:

Outro Natal chega. Como em todos os anos anteriores, é tempo de ir ao shopping gastar o 13º com artigos de primeira necessidade; é tempo de preparar aquela ceia pra um batalhão – e comê-la –, como se não houvesse amanhã ("mas se você parar pra pensar, na verdade não há"); é tempo de assistir a um novo especial do rei Roberto Carlos, a cada ano tão cheio de novidades; é tempo de beber até cair(!), afinal, não é todo dia que temos o privilégio de passar alguns dias sem ter de acordar cedo pra ir trabalhar (e isso merece, sim, comemoração); enfim, é tempo de, de roupa nova, revestirmo-nos de hipocrisia nova e desejarmos Feliz Natal a todas aquelas pessoas que simplesmente não suportamos (e que, provavelmente, amanhã voltaremos a não suportar), mas a quem hoje, repletos de espírito natalino, chamamos de irmãos.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Crônicas Desclassificadas: 28) De Natal e suicidas

Adolescente, tímido e cheio de complexos, flertei ligeiramente com o suicídio. Digo ligeiramente porque, covarde como sempre fui, não pude chegar às vias de fato. Conformei-me com o seguinte paliativo: eu teria a vida inteira pra resolver meus "grilos" e, se em algum momento esta (a vida) me enchesse o saco, sempre haveria a possibilidade do suicídio pra me livrar do sofrimento. O tempo passou, cresci (não muito - nos dois sentidos) e afastei por completo tal ideia de minha mente. Preferi ocupá-la com drogas mais inofensivas. Contudo, na condição de tema, o suicídio sempre me pareceu intrigante.