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sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Crônicas Desclassificadas: 145) Algumas considerações sobre o debate... e outros bafafás

Estava eu trocando por e-mail uma ideia federal com o mano Marcio Policastro, quando o assunto derivou pro tema eleições. Daí, como ambos havíamos gastado duas preciosas horas assistindo ao recente debate promovido pela Rede Globo, relatei minhas impressões a respeito e, como de costume, acabei vencido pela velha verborragia. Tanto que, quando pus o ponto final, reli o relato e pensei cá com meus botões que o poderia aproveitar no blogue, visto que o assunto é atual e pertinente. Contei-lho e, como Poli corroborou minha intenção, cá estou eu outra vez metendo a pata onde não fui chamado, mas exercendo meu direito de cidadão e blogueiro semianônimo, feliz por viver num país onde qualquer um é livre pra falar o que quer e ouvir o que não quer. Abaixo, segue o relato, ligeiramente adaptado (caso contrário, não poderia ser publicado). A ele:

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Crônicas Desclassificadas: 142) A esquerda acabou?

Tenho lido muito por aí sobre esse papo de que a esquerda acabou. Como assim? Acabou? Há coisas que só podem acabar quando seu oposto acaba também. Por exemplo: a existência de Deus está vinculada à do demônio, tal qual a relação entre Bem e Mal. Da mesma forma, os opostos claro/escuro, alegria/tristeza etc. Tomemos este último como exemplo: quem nunca ficou triste não é capaz de dar à alegria o valor que ela merece quando chega. Mantendo esse raciocínio, se não houvesse a escuridão, uma claridade de 24 horas devia ser ruim pra dedéu, não? Sobretudo quando fulano quer fazer algo sem ser visto. Portanto, voltemos. Como a esquerda acabou, se, pelo que me consta, a direita anda a toda, "se achando", principalmente sob o véu do anonimato e nas redes sociais?