Desde que o mês de abril abriu seus portões pra que entrássemos, estamos eu e minha mulher confinados. Ao final de junho, lá se terão ido três meses, mais de 90 dias, tempo suficiente pra (re)pensar muita coisa. Estamos sempre à procura de tempo, reclamando que estamos ocupados com uma série de assuntos que, na maioria das vezes, não têm importância nenhuma e mal nos damos conta de que essas ocupações todas são um artifício da sociedade pra que não tenhamos tempo pra pensar. Pois, como diz o ditado, "de pensar, morreu um burro". É mais ou menos meu caso. Não morri, contudo, pois, mais que burro, sou teimoso. Ah, pra encerrar a questão da pandemia no Japão, já há algumas semanas o confinamento se flexibilizou com a curva descendente da propagação do vírus, mas as coisas ainda estão longe de voltar a sua normalidade.Colunas
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segunda-feira, 22 de junho de 2020
Esquerda, Volver: 29) O último homem (de Mary Shelley) — fragmento
Desde que o mês de abril abriu seus portões pra que entrássemos, estamos eu e minha mulher confinados. Ao final de junho, lá se terão ido três meses, mais de 90 dias, tempo suficiente pra (re)pensar muita coisa. Estamos sempre à procura de tempo, reclamando que estamos ocupados com uma série de assuntos que, na maioria das vezes, não têm importância nenhuma e mal nos damos conta de que essas ocupações todas são um artifício da sociedade pra que não tenhamos tempo pra pensar. Pois, como diz o ditado, "de pensar, morreu um burro". É mais ou menos meu caso. Não morri, contudo, pois, mais que burro, sou teimoso. Ah, pra encerrar a questão da pandemia no Japão, já há algumas semanas o confinamento se flexibilizou com a curva descendente da propagação do vírus, mas as coisas ainda estão longe de voltar a sua normalidade.
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