Os anos não têm culpa do que fazemos com eles; portanto, quando dizemos que um ano foi terrível, nós é que fomos terríveis com ele. Há algumas exceções, e 2016 é certamente uma delas. 'Taqueopariu! O cara caprichou no bizarro, hem? Golpes, mortes, chacinas, tragédias, arrochos, desemprego, perdas de direitos... Afe! Paro por aqui antes de dizer que vou ir ali cortar os pulsos e já volto. Brincadeira, hem, seu 2016? O sr. foi tão fdp, que 2017 vai ter que fazer muita merda pra te superar! Mas a notícia boa é que se você está me lendo agora é porque conseguiu escapar das piores estatísticas. Portanto, temos motivos pra comemorar agora com música o definhamento deste miserento ano que não vai deixar saudades. Som na caixa, maestro!
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quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
Trinca de Copas: 25) Augusto Teixeira, Gabriel de Almeida Prado e Pedro Moreno
1) AMALGAMANDO
Há canções que são feitas em cinco minutos, já outras levam uma eternidade até que cheguem a sua versão final. Foi o caso desta. Escrevi a letra no começo do ano passado e a enviei a Gabriel de Almeida Prado, que a musicou em seguida. Só que com um detalhe: disse-me ele que não havia curtido muito seu refrão, por isso, acabou não tendo nenhuma ideia melódica pra ele. Como a letra estava muito recente em minha memória, resolvi deixá-la em banho-maria por uns tempos enquanto não encontrava algo melhor. E assim, enquanto ia passando o tempo, vez em quando eu voltava a ela, tinha nova ideia e a enviava a ele, que me avisava que ainda não havia sido dessa vez.
quarta-feira, 7 de maio de 2014
Trinca de Copas: 24) Nova dose tripla de Marcio Policastro (mais um apêndice de Carlos D'Orazio)
Tão fácil e corriqueiramente minha parceria com o mano Marcio Policastro tem acertado a mão, que resolvi dedicar-lhe novo Trinca de Copas. A primeira canção, dedico a Luciano Huck e sua camiseta bananosa; a segunda canção, Policastro dedicou a sua consorte; a terceira canção, ambos dedicamos a Lucia Helena Corrêa. À trinca, pois:
1) O NOVO PELOURINHO
Dizem que toda ação gera uma reação, toda causa tem uma consequência etc. etc. Pois bem, meu cérebro não funciona de modo diferente. À medida que certos assuntos me chamam a atenção, ele começa a trabalhar praticamente por conta própria e costuma transformar tais informações em resultados outros, terceiros, que podem vir ao mundo tanto como prosa ou verso. E foi justamente isso o que aconteceu quando tomei conhecimento do tal rapaz negro que há algum tempo foi espancado e preso a um poste. Até aí, fora o nojo que senti, nenhuma novidade; afinal, que vivemos num país atrasado não me era nenhuma novidade. O problema foi que tal acontecimento desencadeou outros idênticos, em série, Brasil afora, num arroubo burguês de sentimento de fazer justiça com as próprias mãos.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Crônicas Desclassificadas: 119) As impertinências da Morte
Algumas mortes que ocorreram nos últimos dias me fizeram pensar a respeito do assunto. Não me pergunto nem qual o significado da vida, pois cada um dá (ou não) significado à sua, mas, sim, qual o da morte. Em seu romance (que me impactou bastante) As intermitências da morte, José Saramago deu-lhe mesmo vida e a transformou em personagem. E é assim que eu a imagino. Como uma profissional fria e desapiedada, meio que como um matador que trabalhasse por conta própria e escolhesse suas vítimas a esmo. Quem manda em suas escolhas? Quais seus motivos? Por que este e não aquele? Por que João e não José? São coisas nas quais tenho andado pensando, mas, confesso, tais pensamentos até agora não me levaram a nenhum lugar.
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Grafite na Agulha: 18) Lucia Helena Corrêa... febril
domingo, 10 de novembro de 2013
Grafite na Agulha: 9) Elizeth Cardoso & Raphael Rabello – "Todo o Sentimento", o álbum...
Minha convidada desta semana é Lucia Helena Correa, segundo suas próprias palavras, "mulher, negra, jornalista, poeta e CARIOCA!". Já lhe dediquei um Ninguém me Conhece, pra lê-lo, basta clicar em seu nome. Por ora, em vez de maiores blá-blá-blás, prefiro apresentá-la por meio de texto-desabafo que ela própria escreveu dia desses no fb. Na sequência dele, segue o outro texto, sobre o LP que escolheu:
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Trinca de Ouro: 7) Adolar Marin Trio, Drê (+ Tavito) e Lucia Helena Corrêa (+ Élio Camalle)
1) ESSE
Existem canções que foram feitas pra determinado/a intérprete. Daí que, até que este apareça e as descubra, continuam aquelas ali, perdidas, à espera da voz que finalmente as irá cobrir de sons e sentidos (sentimentos)... e, assim, dar-lhes-á vida. Foi o que aconteceu com a Esse em questão. Certa vez tivemos um contato excelente pra encurtar caminhos ao envio de canções a Nana Caymmi, que estava selecionando repertório pra seu disco novo. Tendo tal oportunidade em mente, afiei meu eu lírico feminino e, em menos de dois quartos de hora já estava com a letra de Esse pronta. Liguei pra meu mano Élio Camalle e por telefone mesmo recitei-lha, enquanto ele a copiava do outro lado da linha.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Crônicas Desclassificadas: 75) Ainda a literatura brasileira – qualidade vs. quantidade
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Aviso
O texto abaixo é o segundo da trilogia (ui!) iniciada por
Literatura brasileira em trocentos tons de cinza. Se
você não o leu, sugiro que o faça antes de encarar este.
O texto abaixo é o segundo da trilogia (ui!) iniciada por
Literatura brasileira em trocentos tons de cinza. Se
você não o leu, sugiro que o faça antes de encarar este.
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Procuro manter o hábito de escrever sempre, ainda esperançoso de ser contratado pelo jornal cearense O Povo, quando (notem o "quando" em lugar do "se"... sou um otimista!) meu nome se tornar suficientemente "vendável", ou, pra ser mais atual, garantia de vendabilidade. Só que alguns assuntos, que se tornam mais urgentes pela temporalidade (como o da blogueira cubana, por exemplo), vão atropelando outros, assim, uns ficam pra trás ou vão sendo escritos aos poucos, o que resulta numa verdadeira colcha de retalhos. E eis que chega a vez deste, que eu pretendia ter postado na sequência do Literatura Brasileira em Trocentos Tons de Cinza, mas quis o destino que só hoje encontrasse seu espaço.
domingo, 1 de maio de 2011
Ninguém me Conhece: 44) O desejo ardente de Lucia Helena Corrêa
"Mulher, negra, jornalista, poeta e CARIOCA!". Foi no apartamento de outra jornalista-poeta, Guta Campos, num dos muitos saraus que esta promovia, que ouvi, à guisa de apresentação, a frase acima, da boca da própria Lucia Helena Corrêa. Lucia sem acento e Corrêa com circunflexo e sem "i", como gosta de dizer a própria Lucia, a mulher-sigla (LHC - não confundir com FHC!). Achei o tom um tanto carregado nas tintas, e não me caiu bem aquele "carioca" como qualidade; ainda não conhecia bem a dona da voz e seu enérgico (mas também afável) temperamento. Feita a apresentação, abriu seu vozeirão e cantou (à capela) uma canção de sua autoria, Cebola Crua, aliás, um poema seu por ela mesma musicado, poema este que também emprestou título a seu livro de poesia, com o qual, naquela noite, fui por ela presenteado. Melhor dizendo, Kana foi. Por falar em Kana e Cebola Crua, esta também musicou um poema desse livro, Negritude, uma bela canção que não vingou, como tantas outras que residem nos vários baús de canções órfãs.
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