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quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Canções que Amo: 2) Álvaro Cueva; Juca Novaes + Eduardo Santhana; e Paulinho Moska + Chico César

1) BOSCONEANA

Canabi Emotiva (2005)
Existem canções que já nascem clássicas. Basta que nos deparemos com elas pela primeira vez e temos certeza de que as havíamos escutado antes, tão familiares nos soam. Parecem que sempre estiveram no ar, ao alcance da mão, em nosso imaginário; tanto que, quando um compositor invejoso as ouve pela primeira vez, se rói por não ter pensado nelas antes. Parecem simples, mas apenas depois de compostas; por isso, paradoxalmente, são as mais originais, pois podem ser até copiadas, mas não superadas. Nessa rara seleção de canções incluo o chiquérrimo bolero Bosconeana (de meu mano Álvaro Cueva), cujo lirismo da poesia baila harmonicamente com a beleza da melodia. Uma canção que, se já era irretocável quando executada em voz e violão, depois de arranjada (pelo irmão de Álvaro, Alê Cueva) virou uma obra de arte.

domingo, 6 de outubro de 2013

Grafite na Agulha: 4) Olho de Peixe – Lenine e Marcos Suzano – CD

Juca Novaes é daqueles caras que agarram no gol, defendem na zaga e ainda vão pro ataque. Quando o assunto é música, atua em várias frentes: é cantor, compositor, pianista e violonista; criador da Fampop (Feira Avareense de Música Popular – um dos melhores festivais do país na atualidade); membro do quarteto vocal Trovadores Urbanos; manteve durante muitos anos uma dupla com o parceiro Eduardo Santhana; e, de quebra, é advogado com especialização em direitos autorais. Entre outras coisas. Escrevi a respeito dele no Ninguém me Conhece, pra ler, basta clicar em, claro, Juca. Temos algumas afinidades: ambos somos sagitarianos, gostamos de escrever, de Fernando Pessoa... e de Lenine! Falando nisso, quando lhe pedi que escrevesse um texto tratando de algum disco que o havia marcado, contou-me que já havia escrito um em seu blogue (aqui) e me autorizou a utilizá-lo nesta coluna. Vamos a ele, pois: 

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Ninguém me Conhece: 56) Os insights de Juca Novaes

Quando comecei a participar de festivais não tinha noção nenhuma de como a coisa funcionava. Queria ir pela festa, pela possibilidade de conhecer gente nova, fazer novos parceiros, curtir as noitadas... E, justamente, logo no primeiro do qual participei, no longínquo 1999 (com o xote Bye Bye, Japão, em parceria com Kana, defendido por ela e Élio Camalle), fui contemplado com o primeiro lugar. A cidade: Avaré-SP. O festival: Fampop. Sabia vagamente que um tal de Juca Novaes, que era amigo de minha parceira Daisy Cordeiro, era um dos organizadores do festival.