
1) A Felicidade (Élio Camalle)
A este grupo pertence Élio Camalle. Cantor que emprestou seu talento aos bailes e bares da vida. Crooner, aprendeu a ser cronista do que viu, ouviu, viveu e cantou. E como cantou! O vasto repertório do cancioneiro brasileiro já saiu por seu gogó noites a fio qual fosse oração. Jovem, produziu-se, virou artista antes de sê-lo verdadeiramente. Mais estética que atitude. Mais gana que graça. Cabelos longos, roupas de estreia, poses pra fotografia, fumaça de cigarros, degraus e quedas; Camalle, imaturo, queria subir, como seus ídolos. Versátil, camaleônico, aprendeu a cantar o que era deles melhor que eles e a compor como eles. Nessa época aprendeu a fazer Mágicas. Acreditou que o sol degelaria o coração que já não saltasse; correu atrás de alheias morenas anarquistas, “pra lá de meia-noite, pra cá de Bagdá”; cantava um velho coração batendo dentro de um peito que pensava ser o seu, mas no seu batia um jovem coração de um anjo feliz e selvagembrincando de ser rei alucinado. Era bonita a roupa, pá, mas o rei estava nu.
Acreditou na magia fazendo truques. Sobreviveu Gabriela, mas Camalle tinha que se afastar dos ídolos, de forma doída, voltar-se a si e ao que queria que esse “si” fosse de fato. Entranhou-se. Estranhou-se. Embrenhou-se na selva do ser, e, assim, voltou ao início pra recomeçar, diferente. Doeu, como dói o parto, como dói a partida. Nessa época foi rebento, Cria, criança, brincante. Perdeu a cabeça no meio da rua. Viu seu crânio rolar pra dentro da boca de lobo, cheia de juízo. E ouviu sua voz, vinda “dos gritos de negros escravos”, “dos povos aflitos de revolução”. Pedia pra ser deixado só, não queria mais a influência, queria estar cheio dos sentimentos mais puros que habitavam seus guetos. Deixou que seu silêncio, que sofria de carência, falasse pelos cotovelos e contasse histórias sem pé nem cerebelo. Um silêncio que produzia “ruídos vilões de paixões abaladas, baladas em decibéis incompatíveis com as normas do condomínio” dos velhos astros, arrastando os pés e transbordando vasos sanguíneos. Lembrou-se das coisas que seu pai dizia sem dizer. E, pra não perder a juventude e resolver sua vida no Viaduto do Chá, deixou-se errar à vontade, como todo jovem. Errando, adolesceu e cresceu. Seu caminho era quase seu.
Crescido, passou a indagar acerca de sua existência. Foi mesmo às cruzadas em busca de seu graal, que, se não era santo, ao menos lhe era sagrado. Mosqueteiro, foi um dos quatro cavaleiros de um apocalipse que não veio. Os demais eram Luiz Gayotto, Madan e Kléber Albuquerque. Um do um do um. Um por todos e todos por um. Aprendeu a conjugar seu verbo, que era singular, no plural. O século novo chegou e o que era um do um do um virou cada um pra si, cada cavaleiro indo lutar suas próprias batalhas. Camalle se viu só outra vez. Ficaram as canções...
Mas agora ele era adulto já. Aprendeu a dar a volta ao mundo sem sair do “si”. Já não era truque. Era troca. Nessa época foi além de Antes e Depois do Fim do Mundo; viu édens e apocalipses diários; exibiu seu planetário; “só, a ver navios”, colecionou desvarios; e percebeu que o que se esperara guerra nas estrelas era, na verdade,“guerra no chão da cidade”. E que “não há bem que sempre dure, nem mal que não se acabe”. A via láctea era pouco. O sistema solar era pouco. Ser um só era pouco. Provou da fruta dos camarins. Aprendeu que “só existe agora”, qualquer que seja o hoje. Sugou da vida o ouro, o marfim. E, quando pensou que havia chegado ao fim, descobriu que o fundo do poço é um fundo falso. E abriu a caixa (de papelão) de pandora.
Foi então que aprendeu a ser bicho preto, cão farejador. Aceitou sua natureza. Despiu-se de máscara, de casca. Já não bastava ser adulto. Foi assim, chorando no tempo, que o velho menino deu-se conta de que sua ruína sem saída era, na verdade, e por que não?, o caminho. E que não tinha que subir, como seus ídolos, tinha, sim, que, ao ver as placas de “pare”, seguir em frente, como o Pedro Archanjo da Tenda dos Milagres de Jorge Amado. Desceu da cruz autoimposta, olhou nos olhos do boi da cara preta e viu um bicho bobo e sem sal. Percebeu que não “existe uma prisão mais perpétua que essa: o nosso próprio umbigo”. E foi assim que se deu. Suas mágicas, revoltas, destruíram seus mandraques. Era, enfim, o fim de uma lida, o começo de outra estrada. Sem mágicas. Sem truques. Restava agora só o homem, despido de personagens, sobrevivendo a água, pão e poesia, justamente esse homem a quem ele não dava nada, nem a ponta do cobertor, o bicho dentro da casca.
E foi assim que, sem que se desse conta, Camalle aprendeu a voar, pois percebeu que “a dor dá asas” e “a gente voa sem geografia. Mesmo que doa, dá à pessoa a sabedoria”. Quando descobriu, reconheceu seu bartruque e aprendeu a felicidade. Não a de Tom Jobim, muito menos a dos “baladeiros, sambistas, MCs, torcedores e funkeiros”, mas a sua, a felicidade de um homem só, que sabia fazer festa da solidão, esta mesma solidão que lhe “abriu a janela e disse ‘clique aqui e seja feliz’”. Foi o que ele fez. Agora ele podia gritar às Yolandas, Madalenas, espanholas: “Eu não te amo mais!” e buscar “um caso que case com o dia de hoje” e que só vá embora quando ele morrer. O chato mesmo é que agora ele é realista! Descobriu que sua doença moderna é a própria cura. E ele, que nem nadar sabia, flutuou de alegria quando se deu conta de que há “esse mar de opções, esse mundo contramão, esse santo livre arbítrio, o divino sacrifício de mudar de opinião”. Na dúvida encontrou seu Deus. Ele, que havia visto seu crânio rolar “pra dentro da boca de lobo”, reencontrou-o, este “crânio duro [...] que não pensa” no que foi. Agora está pronto pra ensinar as coisas que aprendeu sozinho. Iluminou-se.
A este grupo pertence Élio Camalle. Cantor que emprestou seu talento aos bailes e bares da vida. Crooner, aprendeu a ser cronista do que viu, ouviu, viveu e cantou. E como cantou! O vasto repertório do cancioneiro brasileiro já saiu por seu gogó noites a fio qual fosse oração. Jovem, produziu-se, virou artista antes de sê-lo verdadeiramente. Mais estética que atitude. Mais gana que graça. Cabelos longos, roupas de estreia, poses pra fotografia, fumaça de cigarros, degraus e quedas; Camalle, imaturo, queria subir, como seus ídolos. Versátil, camaleônico, aprendeu a cantar o que era deles melhor que eles e a compor como eles. Nessa época aprendeu a fazer Mágicas. Acreditou que o sol degelaria o coração que já não saltasse; correu atrás de alheias morenas anarquistas, “pra lá de meia-noite, pra cá de Bagdá”; cantava um velho coração batendo dentro de um peito que pensava ser o seu, mas no seu batia um jovem coração de um anjo feliz e selvagembrincando de ser rei alucinado. Era bonita a roupa, pá, mas o rei estava nu.
Acreditou na magia fazendo truques. Sobreviveu Gabriela, mas Camalle tinha que se afastar dos ídolos, de forma doída, voltar-se a si e ao que queria que esse “si” fosse de fato. Entranhou-se. Estranhou-se. Embrenhou-se na selva do ser, e, assim, voltou ao início pra recomeçar, diferente. Doeu, como dói o parto, como dói a partida. Nessa época foi rebento, Cria, criança, brincante. Perdeu a cabeça no meio da rua. Viu seu crânio rolar pra dentro da boca de lobo, cheia de juízo. E ouviu sua voz, vinda “dos gritos de negros escravos”, “dos povos aflitos de revolução”. Pedia pra ser deixado só, não queria mais a influência, queria estar cheio dos sentimentos mais puros que habitavam seus guetos. Deixou que seu silêncio, que sofria de carência, falasse pelos cotovelos e contasse histórias sem pé nem cerebelo. Um silêncio que produzia “ruídos vilões de paixões abaladas, baladas em decibéis incompatíveis com as normas do condomínio” dos velhos astros, arrastando os pés e transbordando vasos sanguíneos. Lembrou-se das coisas que seu pai dizia sem dizer. E, pra não perder a juventude e resolver sua vida no Viaduto do Chá, deixou-se errar à vontade, como todo jovem. Errando, adolesceu e cresceu. Seu caminho era quase seu.
Crescido, passou a indagar acerca de sua existência. Foi mesmo às cruzadas em busca de seu graal, que, se não era santo, ao menos lhe era sagrado. Mosqueteiro, foi um dos quatro cavaleiros de um apocalipse que não veio. Os demais eram Luiz Gayotto, Madan e Kléber Albuquerque. Um do um do um. Um por todos e todos por um. Aprendeu a conjugar seu verbo, que era singular, no plural. O século novo chegou e o que era um do um do um virou cada um pra si, cada cavaleiro indo lutar suas próprias batalhas. Camalle se viu só outra vez. Ficaram as canções...
Mas agora ele era adulto já. Aprendeu a dar a volta ao mundo sem sair do “si”. Já não era truque. Era troca. Nessa época foi além de Antes e Depois do Fim do Mundo; viu édens e apocalipses diários; exibiu seu planetário; “só, a ver navios”, colecionou desvarios; e percebeu que o que se esperara guerra nas estrelas era, na verdade,“guerra no chão da cidade”. E que “não há bem que sempre dure, nem mal que não se acabe”. A via láctea era pouco. O sistema solar era pouco. Ser um só era pouco. Provou da fruta dos camarins. Aprendeu que “só existe agora”, qualquer que seja o hoje. Sugou da vida o ouro, o marfim. E, quando pensou que havia chegado ao fim, descobriu que o fundo do poço é um fundo falso. E abriu a caixa (de papelão) de pandora.
Foi então que aprendeu a ser bicho preto, cão farejador. Aceitou sua natureza. Despiu-se de máscara, de casca. Já não bastava ser adulto. Foi assim, chorando no tempo, que o velho menino deu-se conta de que sua ruína sem saída era, na verdade, e por que não?, o caminho. E que não tinha que subir, como seus ídolos, tinha, sim, que, ao ver as placas de “pare”, seguir em frente, como o Pedro Archanjo da Tenda dos Milagres de Jorge Amado. Desceu da cruz autoimposta, olhou nos olhos do boi da cara preta e viu um bicho bobo e sem sal. Percebeu que não “existe uma prisão mais perpétua que essa: o nosso próprio umbigo”. E foi assim que se deu. Suas mágicas, revoltas, destruíram seus mandraques. Era, enfim, o fim de uma lida, o começo de outra estrada. Sem mágicas. Sem truques. Restava agora só o homem, despido de personagens, sobrevivendo a água, pão e poesia, justamente esse homem a quem ele não dava nada, nem a ponta do cobertor, o bicho dentro da casca.
E foi assim que, sem que se desse conta, Camalle aprendeu a voar, pois percebeu que “a dor dá asas” e “a gente voa sem geografia. Mesmo que doa, dá à pessoa a sabedoria”. Quando descobriu, reconheceu seu bartruque e aprendeu a felicidade. Não a de Tom Jobim, muito menos a dos “baladeiros, sambistas, MCs, torcedores e funkeiros”, mas a sua, a felicidade de um homem só, que sabia fazer festa da solidão, esta mesma solidão que lhe “abriu a janela e disse ‘clique aqui e seja feliz’”. Foi o que ele fez. Agora ele podia gritar às Yolandas, Madalenas, espanholas: “Eu não te amo mais!” e buscar “um caso que case com o dia de hoje” e que só vá embora quando ele morrer. O chato mesmo é que agora ele é realista! Descobriu que sua doença moderna é a própria cura. E ele, que nem nadar sabia, flutuou de alegria quando se deu conta de que há “esse mar de opções, esse mundo contramão, esse santo livre arbítrio, o divino sacrifício de mudar de opinião”. Na dúvida encontrou seu Deus. Ele, que havia visto seu crânio rolar “pra dentro da boca de lobo”, reencontrou-o, este “crânio duro [...] que não pensa” no que foi. Agora está pronto pra ensinar as coisas que aprendeu sozinho. Iluminou-se.
3) Volta ao Mundo (Élio Camalle)
Alguém poderá me perguntar como posso afirmar isso tudo. E eu responderei que estive a seu lado todos esses anos, seu irmão mais novo, copiando-lhe os erros, aprendendo com seus acertos, discutindo, brigando, parlando, compondo, bebendo, rindo, chorando, aprendendo com ele a ser único, ensinando-lhe um pouco também, enfim, compartilhando essa vivência que só a amizade dá de graça. E vale ouro. É desse ouro que estou falando. Esse ouro que o tempo forjou e que hoje se chama Élio Camalle, um dos artistas mais completos e criativos do Brasil. Um cara que pesa e sabe o que compõe e o que canta; domina (e doma) o palco; suinga e sangra; sua e soa; é movido a energia solar, pois aprendeu, na oficina do tempo, que o brilho da originalidade, embora não sendo fácil de ser obtido, ou por isso mesmo, quando alcançado, passa a fazer parte do indivíduo, irremediavelmente. Nesse patamar, a inspiração é tão natural e imprescindível quanto a respiração.
Hoje é dia de estrelas. Hoje é dia de ver, ouvir e provar Élio Camalle.
Hoje é dia de estrelas. Hoje é dia de ver, ouvir e provar Élio Camalle.
***
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que lindo magnânimo! amei! beijimmmmmmmm
ResponderExcluirValeu, Daisoca! Me aguarde! Tô só começando.
ResponderExcluirBeijos do
Léo.
Lindo texto
ResponderExcluirOlha, Sonk, que se o povo da M-Música lê seu comentário, malda. Hehe! Mas valeu!
ResponderExcluirAbraçosss,
Léo.
Léo
ResponderExcluirPassei por aqui prá prestigiar o Blog....
Gostei!!!
e Já recomendei...
um beijo
olinda
Olinda san! Hisashiburi desu. Domo arigato gozaimasu.
ResponderExcluirKisu
Reo da.
Léo,
ResponderExcluirVc é mágico. Eu que já gostava do Camalle, a partir da tua crônica fiquei mais fan.
Abraços
Salve, Pedro! Eu é que sou seu fâ, rapá!
ResponderExcluirValeu pela visita. Não posso te oferecer um café, mas a prosa, prometo manter sempre aquecida.
Abração do
Léo.
O que eu penso de Élio Camalle está expresso na minha decisão de gravar dele duas canções no meu CD ("Febril"), em fase final de produção por Tato Fischer e direção musical de Bráu Mendonça. Sempre escolho as canções que vou cantar, primeiro, pela letra (tem de haver poesia, e da boa); depois, pela melodia, de ouvir e nunca mais se esquecer. Assim são "Esse", parceria do Élio com o dono deste espaço, Léo Nogueira; e "Hora Errada", verdadeira obra-prima do amor melancólico. Élio Camalle é a poesia em estado de graça, tradução da Divindade (ou não seria lá que pretendemos chegar com a poesia). O texto aqui postado, sem dúvida alguma, faz jus a Élio Camalle. Bendito seja.
ResponderExcluirMuito bacana esse texto.
ResponderExcluirMas sabe léo, eu tenho medo de idealizar demais um amigo. É entregar muita responsabilidade na mão do sujeito, e ele não tem culpa pelo tamanho de admiração que temos por ele.
No seu texto ficou claro da admiração pelo artista, pela obra, pela impetuosidade artística do Camalle. Mas é preciso que ele saiba exatamente que a dimensão do amigo não se confunde. E conhecendo você como ele conhece, eu acho que ele sabe.
De vez em quando é bom chegar pro amigo e deixar essas coisas claras. Admiração artística não se confunde com amizade. Mas essa coisa de deixar as coisas claras é só quando o amigo vale a pena porque dá um trabalho... E tem gente que morre mas não entende isso.
Uma vez a Nana disse que não conseguia mais admirar artisticamente alguém que lhe desagradava na vida cotidiana. Eu não consigo concordar, apesar de entender perfeitamente. Principalmente quando isso aconteceu comigo uma vez. Se pra ela é regra, pra mim é exceção. O que comprova mais ainda a teoria dela.
Depois passa lá no traquejo: http://www.traquejo.blogspot.com
bjs
Amei!
ResponderExcluirbom..agora só quero ter mais tempo de conhecer o Êlio!!
ResponderExcluire já estou clickando (nao pra felicidade em geral..mas sim para à de ouvir as cancoes do "susodicho")
continue escrevendo Leo(hahaha, como se você precisara de alguem que te estimule para escrever!!)
Marta, supersaudoso beijo.
ResponderExcluirMarce, ENHORABUENA!
Lucia, tô em débito com você, não esqueci não. Se o prazo estourar, grite, que eu largo tudo pra te atender.
Velerim, você sabe que eu sei separar as coisas. No caso do texto, escrevi a respeito do artista. O fato de ele ser meu amigo é um privilégio, claro, mas no contexto acima, mero detalhe. Bora levar essa prosa pro e-mail? Me interessa!
Beijos gerais do
Léo.
Elio, sempre me impressionou pelo carísma, certo dia fui vê-lo no barnaldo lucrécia, lotadérrimo, sentei dentro dum orelhão que tem lá, e Elio cantou por tantas horas sem parar, levando o publico a loucura literalmente, que aquilo me impressionou pacas, já o conhecia, mas desde aquele dia virei fã, tirei carteirinha e não abro mão. Valeu o belo texto Léo( óbvio né) bj
ResponderExcluirBóra. Email a postos! Gmail, tá?
ResponderExcluirbjs
Veleiro
Gracias, Monika!
ResponderExcluirVeleiro, é pra já!
Beijos do
Léo.
O Camalle merece o belo texto do Léo.
ResponderExcluirBeijos aos dois queridos!
Olá, queridona! Adorei seu comentário temporão.
ResponderExcluirDois beijos em minha querida!
Léo.
Do que trata o artista? Da existência!? E arte tem unidade em sua forma.
ResponderExcluirCara, que texto!!!
Este texto juntamente com o vídeo forma um todo só. Já ouço falar do Élio faz tempo e, como nunca frequentei as reuniões aí em SP, nunca fui apresentado ao seu trabalho. Vou correndo adicioná-lo na no clube.
Obrigado por compartilhar conosco!
Cláudio, na minha "isenta" opinião, Élio Camalle é um dos artistas mais completos e geniais da atualidade. Em cima de um palco, cantando suas canções, é imbatível. E, se as canções fossem medianas (o que não é nem de longe o caso), ele as tranformaria em obras-primas só com o abrir a boca. Adicione-o, sim. E dê uma olhada em outros vídeos no youtube.
ResponderExcluirAbração do
Léo.
Parabéns Léo por seu lindo texto. Parabéns Elio Camalle, por seu dia, por tanto talento e esta linda trajetória. beijos, Fernanda
ResponderExcluirE parabéns pra você, Fernanda, por ousar vez em quando agarrar o leme de um navio que singra por águas tão revoltas.
ExcluirBeijos do
Léo.