Li recentemente coluna de Ruy Castro na Folha (aqui), na qual ele analisa uma reportagem que descreveu, segundo suas palavras, "como alguns dos homens mais ricos dos EUA decidiram legar grande parte de sua fortuna a projetos de caridade, pesquisa e educação, deixando aos filhos apenas um trocado para o bonde e o cafezinho". Conta Ruy que um desses abnegados chegou mesmo a dizer que "deixar o dinheiro para os filhos não é bom para eles, nem para a sociedade". Por fim, Ruy traça um paralelo com o Brasil e desfecha com um "nos EUA, essa atitude produz bibliotecas, museus, hospitais. Agora olhe ao seu redor no Brasil e tente se lembrar de histórias parecidas". Não precisa ser "jênio" (como, ironicamente, grafa meu amigo Edu Franco) pra detectar que tais casos não se repetem por aqui, né?Colunas
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segunda-feira, 25 de agosto de 2014
Crônicas Desclassificadas: 143) "Adote" uma criança pobre
Li recentemente coluna de Ruy Castro na Folha (aqui), na qual ele analisa uma reportagem que descreveu, segundo suas palavras, "como alguns dos homens mais ricos dos EUA decidiram legar grande parte de sua fortuna a projetos de caridade, pesquisa e educação, deixando aos filhos apenas um trocado para o bonde e o cafezinho". Conta Ruy que um desses abnegados chegou mesmo a dizer que "deixar o dinheiro para os filhos não é bom para eles, nem para a sociedade". Por fim, Ruy traça um paralelo com o Brasil e desfecha com um "nos EUA, essa atitude produz bibliotecas, museus, hospitais. Agora olhe ao seu redor no Brasil e tente se lembrar de histórias parecidas". Não precisa ser "jênio" (como, ironicamente, grafa meu amigo Edu Franco) pra detectar que tais casos não se repetem por aqui, né?
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