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quinta-feira, 2 de setembro de 2021

No Embalo da Toada: 1) Entrevista com Léo Nogueira

Pessoas queridas, como vão?

Embora este meu bloguinho esteja temporariamente parado, é com alegria que lhes venho trazer uma novidade: recentemente, uma querida amiga carioca, Solange Castro, que trabalha há muitos anos divulgando não só a música brasileira, mas também a boa música em geral, convidou-me pra colaborar com minhas "escrevinhanças" pra seu novo portal, o Toada (pra conhecê-lo, clique aqui). Em contrapartida, ofereceu-me um lindo site onde eu poderei organizar o que tenho feito nessas décadas de andanças musicais e literárias. Portanto, e com a autorização dela, decidi criar uma nova coluna aqui, a No Embalo da Toada, pela qual replicarei os textos originalmente publicados por lá — claro, com o devido link pra que vocês possam também desfrutar de toda a riqueza do Toada. De quebra, alimento também este meu faminto espacinho.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Entrevistando: 13) Pepê Reis e eu (eu e Pepê) no Sons do Brasil

Não imaginei que ia me enrolar com a falta de tempo como me tem acontecido ultimamente. As 24 horas do dia seriam do tamanho certinho se eu não precisasse dormir as 8 horas diárias que durmo. Quanta perda de tempo! Ainda mais imaginando que quando eu morrer terei a eternidade pra dormir... Lembrei-me de um samba do mestre Wilson das Neves em parceria com outro mestre, Paulo Cesar Pinheiro, que diz assim: "Se alguém me bancar eu sei me vestir/ Só me falta é roupa, Iaiá, só me falta é roupa." No meu caso, só me falta é tempo (e grana). Além dos afazeres domésticos e dos trampos que aparecem picados, mas constantes, estou terminando mais um romance que inventei de começar (o terceiro – e nem lancei o segundo!) e ainda por cima resolvo uma série de assuntos referentes a uma mudança de residência... da qual tratarei mais tarde.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Entrevistando: 12) Zeca Baleiro no Na Minha Casa

Craque é craque. E quando dois craques se encontram já dá pra adivinhar o que vem pela frente. O toque de bola sofisticado nem carece de treino. Vavá e Garrincha, Pelé e Tostão, Sócrates e Zico, Bebeto e Romário, Rivaldo e Ronaldo, mais recentemente Messi e Neymar... Dá gosto ver, né? Do mesmo modo, botar frente às câmeras dois craques da canção como os manos Adolar Marin e Zeca Baleiro e dar a cada um deles um microfone e um violão é algo que ao mesmo tempo é previsível e surpreendente (né, Fernando Freitas?). Previsível porque sabemos que a vitória está garantida. Surpreendente porque nunca somos capazes de adivinhar as jogadas que os caras vão inventar, as tabelinhas que farão, os dribles que darão. Nesse caso, o gol, mais que ser um detalhe, é uma inevitabilidade. Nossa única certeza é a de que o placar jamais terminará em branco. Ou em brancas nuvens, como prefiram.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Entrevistando: 11) Max Gonzaga (por Adolar Marin)

É com um baita orgulho que mais uma vez abro as portas desta minha humilde casa pra meu mano Adolar Marin e sua, digamos, casa irmã: seu programa Na Minha Casa. Aliás, pode-se dizer que esta coluna Entrevistando já virou a casa dele, tão recorrentes são suas aparições por aqui, sempre trazendo gente que tem (e dá) o que falar. Sem falar que o autoencargo de anfitrião caiu bem em Adolar, que tem se mostrado a cada novo programa cada vez mais à vontade como tal. E tanto é verdade, que trouxe como exemplo o mais novo programa da temporada 2016, que, em minha modesta opinião, resultou numa das melhores entrevistas até agora do Na Minha Casa, o que gera muita expectativa quanto aos programas futuros, visto que vem seguindo numa escala ascendente.

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Os Manos e as Minas: 23) Dodô e eu, eu e Dodô

Por Fernando Freitas
Gratidão. Essa palavra anda tão na moda hoje em dia, que muitas pessoas trocaram o bom e velho "obrigado" por ela. Antigamente, a gente dizia "obrigado/a", com esse o/a variando de acordo com o sexo, obviamente. Hoje, resolvemos o problema de gênero: tascamos um "gratidão", e tá tudo certo, seja homem, mulher ou como se autodefina. Mas, falando sério, gratidão é o que sinto por meu mano velho Adolar Marin. E por uma série de fatores, tantos que nem sei se o espaço aqui vai dar conta de abarcá-los se eu os começar a enumerar. Porém, independente do cabimento, resolvi que era hora de tratar dele. Aliás, dele não, de nossa relação. Já faz algum tempo que vinha querendo escrever a respeito dela, e acontecimentos recentes me fizeram bater o martelo.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Entrevistando: 10) Kana & Sander Mecca no Na minha Casa

O programa Na Minha Casa, de meu mano Adolar Marin, começou 2016 com o maior gás e já de cara trouxe dois artistas muito próximos a mim, Sander Mecca (parceirão, baita intérprete, visceral, "nervoso", enfim, total em cada nota; de quebra, também um inspirado, ainda que bissextamente, compositor) e Kana (minha japa do coração, charmosa, polivalente, toda empatia, cantora de timbre peculiar e compositora originalíssima). Portanto, eu não podia deixar a ocasião passar em branco, tinha que trazê-los pra cá, pra este espaço que, de uma forma ou de outra, se irmana com o projeto de Adolar.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Entrevistando: 9) Léo Nogueira (por Adolar Marin)

foto: Fernando Freitas
O mano Adolar Marin é um parceiro (e amigo) meu da velha. Conhecemo-nos há aproximadamente 15 anos e, de lá pra cá, devemos ter composto juntos cerca de 40 canções. Não compusemos mais porque ele, além de ser um tanto caymmiano, é supercriterioso em relação a letras, motivo pelo qual não titubeou em me devolver muitas das minhas que não passaram por seu controle de qualidade. Ou seja, desenvolvemos uma relação na qual o que nunca faltou foi sinceridade. E foi exatamente por isso que, quando me convidou pra ser entrevistado em seu programa Na Minha Casa, apesar de eu ter ficado envaidecido, minha primeira intenção foi declinar do convite. Afinal, eu tinha acabado de publicar aqui mesmo a primeira edição do programa, com Gabriel de Almeida Prado, e temi que minha ida pudesse ser vista como jogação de confete.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Entrevistando: 8) Gabriel de Almeida Prado (por Adolar Marin)

Sinto-me um cara abençoado por ter trombado com a música no meio de meu caminho. Ela, sem a menor sombra de dúvida, mudou completamente os rumos de minha vida (um belo exemplo é eu ter me casado com uma compositora que andava à procura de um letrista e acabou levando no pacote um marido) e também me trouxe uma série de amigos e parceiros que me mudaram pra melhor, são responsáveis diretos por eu ter me tornado quem sou e, de quebra, têm residência fixa em meu coração. Eu, na condição de animal agregador, vivo atento ao que eles fazem, acompanho de perto (na medida do possível) suas carreiras, torço por eles, incentivo, divulgo e fico muito feliz quando vejo seus sonhos virarem projetos e, daí, realidade.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Entrevistando: 7) Kana (por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa)

Neste sábado, 14 de junho, Kana fará um show dentro do projeto Show da Maria. A título de divulgação, aproveito pra publicar nO X do Poema entrevista recente concedida pela artista a Antonio Carlos, da Ritmo Melodia (originalmente publicada aqui). Sem mais, vamos a ela:

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Entrevistando: 6) José de Abreu (por Alberto Pereira Jr.)

Sou do tempo em que artistas eram de esquerda. Sempre enxerguei a arte como uma ferramenta social capaz de, senão mudar o mundo, ao menos abalar um tiquim suas estruturas. Claro que arte é muito mais que isso, é algo muito complexo, caminha pelos labirintos do subconsciente. Uma arte, pra ser boa, não precisa necessariamente ser engajada. Contudo, quando o artista se posiciona à direita, é sinal de que algo vai mal. Ver, por exemplo, Caetano Veloso, que foi preso e exilado na época da ditadura, declarar voto em ACM Neto em Salvador é algo que frustra quem nele viu algo de revolucionário quatro décadas atrás. Conheço mesmo alguns artistas que se declaram malufistas (afe!)!

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Entrevistando: 5) Lúcia Santos (por Patrícia Cunha)

Falar de Lúcia Santos é muito bom. Falar COM Lúcia Santos é melhor ainda. Falar dela (bem) é bom porque Lúcia dá assunto. É uma artista de personalidade e não se furta a dizer o que pensa quando solicitada. Isso quando não diz por meio de seus poemas. E seus poemas dizem muito. Eu, como letrista, tenho um grande defeito quando leio poesia: fico procurando nesta sonoridades melódicas. São as tais sonoridades que me ajudam a ter fluência na leitura, visto que venho de escola musical e não poética. E os poemas de Lúcia são supermusicais, mesmo os não musicados.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Entrevistando: 4) Kana no Estadão (por Adriana Del Ré)

Foto e boneco:
Futoshi Yoshizawa
No próximo sábado, dia 24, Kana fará um show de pré-lançamento do disco novo, Em Obras, que está, como diz a própria, em obras. Ela não tinha tais planos antes de ter o CD novo em mãos, mas a oportunidade apareceu e, como todos sabem, cantores(as) precisam de palco pra manter o ritmo tanto quanto jogadores, de jogos. Mas este não será um mero show, pois dois fatores o tornam especial: 1) será num teatro, com boas acústica e e iluminação e assentos confortáveis, sem o barulho de tilintar de copos e a competição de vozes que não fazem parte do roteiro; e 2) de acordo com as normas do teatro, os "pagantes" pagam o quanto quiserem, ou seja, não há preço fixo de entrada. Dessa forma, aqueles que não teriam condições se a entrada custasse R$10 ou R$ 20 podem ir tranquilamente e, sem constrangimentos, pagar o que puderem. Da mesma forma, aqueles de coração grande (e bolso idem) podem podem pagar quantias generosas, que a artista, os músicos e as demais pessoas envolvidas na produção do show agradecerão.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Entrevistando: 3) Kana (por Solange Castro)

Acabou o Carnaval, agora é hora de começar o ano de verdade! Nesta quinta-feira, depois de quatro longos verões longe dos estúdios, Kana volta a um deles (mais precisamente ao velho conhecido Art Brasil, do também velho conhecido Omar Campos, onde ela gravou seus dois primeiros discos) pra começar os trabalhos de seu novo CD, que levará o sugestivo título de Em Obras.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Entrevistando: 2) Léo Nogueira (por Marta Nascimento)

Hoje é aniversário da cantora e compositora paraibana Marta Nascimento, minha mais recente parceira, mas quem ganha o presente sou eu. Explico: no finalzinho do ano passado Marta, que também é apresentadora de um interessantíssimo programa de entrevistas, Olho Clínico, entrou em contato comigo e me convidou a ser um dos entrevistados. E eu, como falso tímido que sou, lá fui, levando uma metade que não sabia onde pôr a cara e outra (des)afiando a língua (que já foi coçando). Nem sequer a conhecia... Quero dizer, pessoalmente, pois já tinha assistido a algumas de suas entrevistas. Ah, e também já tinha esbarrado com ela pelas páginas do Caiubi. Falar nisso, visite a página dela e ouça algumas de suas canções aqui.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Entrevistando: 1) Álvaro Cueva (por Antonio Carlos da Fonseca Barbosa)

Álvaro Cueva
Há tempos venho paquerando a ideia de imitar desavergonhadamente minha querida Tatiana Rocha (coisarara.blogspot.com) e começar a entrevistar umas pessoas que curto. Só não passei ainda da intenção à prática por falta de talento e cara de pau. Uma coisa é escrever, outra é perguntar. Porém, enquanto ando amadurecendo a ideia, acabo de me deparar com esta bela entrevista que meu mano Álvaro Cueva concedeu a outro camarada, o Antonio Carlos. Álvaro é um cara que admiro não só pelas belas canções que compõe e canta, mas, sobretudo, pelo caráter, pela genteboíce (by Tavito), pela fineza no trato (o homem é praticamente um lorde) e por tantos outros adjetivos mais. É um sujeito que tem o que dizer. E diz. Por isso, aproveitando o gancho do texto MPB de Q?, resolvi "roubar" a entrevista pra meu blog. Roubo consentido, deixemos claro! No mais, o site Ritmo Melodia (http://www.ritmomelodia.mus.br) está repleto de depoimentos de gente boa. Recomendo! À entrevista, pois: