Mostrando postagens com marcador Marcela Viciano. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Marcela Viciano. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Trinca de Ouro: 10) Marcela Viciano, Marcio Policastro e Zeca Baleiro (com Dois Africanos)

1) DIA DE SÃO NUNCA

E eis que chegou da fábrica há alguns dias o primeiro (e maravilhoso) CD de meu mano Marcio Policastro, em minha humilde opinião um dos melhores compositores em atividade. Como Poli demorou anos entre a concepção e o acabamento desse seu primeiro rebento, o resultado final ficou parecendo uma espécie de the best of Policastro, ou seja, só petardo! Já escrevi a respeito desse CD em minha coluna Grafite na Agulha (num texto que foi uma dobradinha, no qual tratei também do novo de outro mano, Gabriel de Almeida Prado, que também acaba de lançar seu não menos belo primeiro disco – leia sobre ambos aqui), e enfatizo: o CD é altamente recomendável! Inclusive, a pedido dele, às vésperas de um show de pré-lançamento que ocorreu há alguns dias, escrevi o seguinte:

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Filho da preta! – na boca dos leitores (3)


Dando prosseguimento às divulgações de meu romance Filho da preta! (enquanto a imprensa não toma conhecimento de sua existência), destaco mais uma leva de comentários de leitores do livro, a quem sou muitíssimo grato não somente pelo fato – já digno de nota – de o terem lido, mas sobretudo por terem gasto parte de seu precioso tempo se dedicando a relatar suas impressões sobre a leitura. Obrigado, de coração! 

Ah, quase esquecia: antes de passar a eles, aviso aos caros e raros leitores que dois comentários estão em espanhol, mas preferi não os traduzir, em primeiro lugar porque estão bastante claros, em segundo pra incentivar a leitura na hermosa língua de Cervantes. A eles, pois:

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Os Manos e as Minas: 8) La música sin fronteras de Marcela Viciano

Nesses quase 20 anos que tenho como compositor posso me considerar um cara de sorte, pois tive o privilégio de conhecer muitas e maravilhosas pessoas, viajar bastante, entrar em contato com outras línguas e culturas e, principalmente, regar a flor da sensibilidade, que me possibilitou enxergar a vida com olhos mais apurados, o que não se deve em nada aos muitos graus das lentes de meus óculos, mas sim aos das lentes interiores.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Crônicas Desclassificadas: 22) Buenos Aires e Caiubi

Pela segunda vez em Buenos Aires, (bem) acompanhado por Kana e Élio Camalle, passei cinco memoráveis dias que me resultaram como uma injeção de ânimo na alma. Com o real valendo cerca de 2,50 pesos, o prazer de desfrutar em boa companhia uma suculenta refeição com um bom vinho era redobrado. Contudo, esteve sempre presente certo constrangimento de, digamos, novos ricos, pois não é sem dor que nos deparamos com gastos excessivos assistindo a um país tão belo passar por tamanha crise.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Ninguém me Conhece: 40) Los mares de Marcela Viciano


Não sei exatamente o que foi que me levou a visitar sua página no myspace. Talvez tenha sido seu sugestivo nome, ou simplesmente a sorte. Só sei que, quando me deparei com uma gravação "tangueada" de As Rosas Não Falam, fui arrebatado. Além do ritmo, seu sotaque denunciava: era a moça argentina! Havia outras gravações de sucessos brasucas ali, dava pra notar que se tratava de uma apaixonada por música brasileira (Tempos depois, quando tive o privilégio de ganhar seu Mar de adentro, vi que se tratava de um CD da mais alta qualidade, com arranjos primorosos e fino repertório brasileiro. Contudo, a canção de que mais gostei era uma de autoria da própria, em espanhol, Creció el anhelo). Como eu, por coincidência, havia feito uma versão em espanhol justamente dessa música de Cartola, tomei a liberdade de enviar-lhe um convite e, caso ela aceitasse, mostrar-lhe a versão. Ah, o nome da moça: Marcela Viciano.