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sexta-feira, 7 de abril de 2017

Os Manos e as Minas: 28) Homenagem póstuma a Donizeti Costa

A Pálida Dama mais uma vez aprontou das suas: como se já não bastasse o cenário catastrófico que é hoje o de nossa Cultura (a com letra maiúscula, não a outra), acaba de levar mais um dos grandes soldados de nossa causa: o jornalista Donizeti Costa, grande figura, comprometido com as causas sociais, mas sobretudo um cara de antenas ligadas e pronto a escrever sobre tudo o que de melhor aparecesse por nossas terras tupiniquins. Tive poucos contatos pessoais com ele, mas via facebook estivemos um tempo bastante conectados. Conhecemo-lo (eu e Kana), se não me falha a memória, por meio do amigo Zé de Riba, e Donizeti, com seu faro jornalístico, sacou imediatamente que minha japinha daria o que falar – e o que escrever. Portanto, como forma de homenagem póstuma, publico abaixo matéria que ele escreveu sobre ela há lá se vão nove anos. Vá em paz, meu bom! E que encontre em sua nova morada panorama melhor que o que por aqui vemos da janela deste campo de concentração travestido de país.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Crônicas Classificadas: 41) Pessoas más não são bons jornalistas

Dois acontecimentos internacionais recentes chamaram a atenção do mundo. Pensei em escrever a respeito deles, mas, após ler o texto abaixo (originalmente publicado no Diário de Pernambuco: aqui), que tão bem os resume, achei mais interessante trazê-lo pra cá. Só acrescento que, sim, vivemos um momento de crise, e não só no Brasil. Temeram tanto o comunismo, que deram ao outro lado toda a liberdade necessária pra transformar este planetinha metido a besta num lugar porcamente habitável – mas cheio de brinquedinhos à mão, pra que nos distraiamos e façamos de conta que nada é conosco. Pois é, nunca é, né? Até o dedo do caos apontar em nossa direção. Ao texto, pois. E, lá embaixo, após o término dele, linda e triste canção composta pelo mano Marcio Policastro fica como a cereja do bolo.