Estivesse vivo, Noel Rosa comemoraria hoje 104 anos. Quer dizer, esse "estivesse vivo" é força de expressão, pois, levando a vida que levou, mesmo que tivesse escapado da tuberculose, teria morrido de cirrose no máximo dez anos depois. Azar o nosso, que deixamos de ganhar possíveis outras centenas de obras-primas, pois Noel, com seus pouco mais de 26 anos, deixou-nos 300 e tantas canções, a maioria de qualidade indiscutível. Meu parceiro Ayrton Mugnaini Jr. escreveu sobre como a descoberta de Noel influenciou em sua obra. O paulistano Ayrton, pra quem não conhece, é jornalista, compositor, escritor, pesquisador de música popular e tradutor; tem cerca de 20 livros publicados; foi integrante dos grupos Língua de Trapo e Magazine; e é um dos produtores do programa Rádio Matraca, que passa todos os sábados na USP FM. É pouco ou quer mais? Manda bala, Ayrton!
Colunas
- Crônicas Desclassificadas (193)
- Ninguém me Conhece (86)
- A Palavra É (51)
- Grafite na Agulha (50)
- Crônicas Classificadas (49)
- Os Manos e as Minas (40)
- Trinca de Copas (40)
- Esquerda Volver (32)
- Textos Avulsos (28)
- Notícias de Sampa (23)
- Joaquín Sabina en Portugués (19)
- Entrevistando (15)
- Eu Não Vi Mas Me Contaram... (15)
- Um Cearense em Cuba (15)
- De Sampa a Tóquio (14)
- Trinca de Ouro (12)
- 10 textos recomendados (10)
- Cançonetas (9)
- Canções que Amo (6)
- Minhas Top5 (5)
- Versão Brasileira (5)
- Cinema & Cia. (3)
- No Embalo da Toada (3)
- A Caverna de GH (2)
- Canções em Colisão (2)
- PodCrê (2)
Mostrando postagens com marcador Ayrton Mugnaini Jr.. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ayrton Mugnaini Jr.. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
domingo, 2 de setembro de 2012
Ninguém me Conhece: 68) Ayrton Mugnaini Jr., o homem da vida... dele!
Numa época em que eu era mais mané que hoje, conheci Ayrton, primeiro virtualmente, na RSMB (leiam mais no texto sobre Adolar), rede criada pelo compositor Madan. Finalmente a RSMB passou a promover eventos esporádicos, e Ayrton cantou num deles. E acho que foi numa dessas noites que o conheci pessoalmente. Figuraça! Magérrimo, não exatamente um galã de TV, ostentando um penteado feito no mesmo cabeleireiro do Visconde de Sabugosa, era mesmo um tanto tímido. Mas, quando subiu no palco, a mágica se deu. Era impossível não rir de seu autodeboche. Puxando pela memória, acho que cantou O Homem da Minha Vida (tenho quase certeza de que acompanhado por Wilson De Repente, que de repente passou a se chamar Wilson Rocha - ou terá sido o contrário?), que contava da infelicidade de se sentir atraído pela esposa de um amigo, e arrematava: "A paixão e o desejo me consomem/ Você também se sente consumida/ Mulher de amigo meu pra mim é homem/ Por isso você é o homem da minha vida".terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Trinca de Ouro: 5) Ayrton Mugnaini Jr., Dimi Zumquê e Fernando Cavallieri
1) CARA DE PALCO
Como frisei no texto sobre Dimi Zumquê, em seu mais recente trabalho ele gravou nossa parceria Cara de Palco, cuja letra eu compus pensando nele e em sua personalidade artística. Essa é uma letra bem antiga, que com o passar dos anos teve uns versos que foram sendo modificados por mim, por não concordar mais com eles. Um deles era "sei votar pra presidente". Este é um verso por demais pretensioso, que, no mais, destoava dos outros. A lírica e a picardia dos demais não se aplicavam a ele, de modo que o troquei.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Trinca de Copas: 1) Ayrton Mugnaini Jr., Enrico Di Miceli e Walter Ribeiro
Observação: Pra não gerar melindres entre os parceiros, optei pela já manjada (porém democrática) ordem alfabética por título.
Assinar:
Postagens (Atom)
