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terça-feira, 23 de agosto de 2016

A Palavra É: 19) Gol

Parecia que seriam favas contadas. Começo do primeiro tempo, gol de falta (e de placa!) de Neymar, o time jogando bem, confiante, por um momento deu até a impressão de que o placar podia ser elástico. Não um 7 a 1, obviamente, mas um 3 a 0 não era de todo impossível naquele momento. Sonhar é permitido (pelo menos até agora, enquanto não privatizam). Corta! Começo do segundo tempo, gol da Alemanha – putz!!! Tensão, autoestima descendo dentro de um elevador desgovernado ao mesmo tempo que esquecidos traumas vinham à tona: complexo de vira-lata, crise, golpe, desemprego, falta de expectativa, nervos à flor murcha da epiderme, nós baratas tontas embaixo da pata de um paquiderme...

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Crônicas Desclassificadas: 96) Em defesa de Neymar

Caramba, o Brasil tá ficando um país muito chato! Ou, pelo menos, de chatos! Eu sei, eu sei, escrevi há alguns dias apregoando a morte do futebol (aqui), mas, como sempre (e graças a Deus!), mordi a língua. O futebol brasileiro vai bem, obrigado (fora o Palmeiras). E em menos de um mês enfileirou vitórias contra nada menos que três campeões mundiais! Não tem jeito, o lugar-comum é verdadeiro: aqui é o país do futebol, e, quando onze fulanos resolvem jogar bola, não tem pra ninguém! Notem que eu acrescentei "quando resolvem", quando não querem o papo é outro. Temos muitos exemplos por aí: Adriano, Kaká, Ronaldinho Gaúcho... A lista é grande. Por isso a figura do técnico é importante. No caso da Seleção, a figura paternal e enérgica de Felipão faz, sim, a diferença.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Crônicas Desclassificadas: 48) De piadas e Olimpíadas

Uma imagem vale mais do que
mil palavras.
Saí de um emprego e entrei em outro. Nesse meio tempo, tirei cinco dias de "férias" e dei um pulinho ali em Buenos Aires, uma de minhas cidades do coração. Calhou que foi bem no começo das Olimpíadas. Daí que acabei não acompanhando nada, só pela internet. Semana passada, já de volta e de emprego novo, tampouco tive tempo de acompanhar de perto. Dessa vez, só por jornal. Assim, não chorei, não sofri e não ri por nenhuma conquista/derrota. Mesmo no sábado, em que me preparara pra assistir a Brasil x México, sonso que sou, acreditei ter lido que o jogo seria às 16h; daí que, lá pelas 13h e pouco, lendo o jornal, deparei-me com o equívoco e quando liguei a TV foi justamente na hora em que uma cabisbaixa seleção recebia a medalha de prata...