Mostrando postagens com marcador Roney Giah. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Roney Giah. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Crônicas Classificadas: 43) A desinformação midiática deforma o brasileiro

Há alguns meses, escrevi um texto chamado O PT errou, que mereceu longa resposta de meu amigo Roney Giah, que acabei, democraticamente, publicando também por aqui (o link pra lê-lo é este). Tal diálogo gerou muitos comentários, e calhou de outro amigo se sentir motivado a escrever, por sua vez, uma resposta à resposta de Roney. Seu nome: Edu Franco. Pra ser bem sincero, essa resposta de Edu tá guardadinha aqui em meus arquivos já faz uns meses, mas, sempre quando eu pensava em publicá-la, algum assunto urgente (ou mesmo a falta de tempo) me impedia de fazê-lo. Esta semana, contudo, após os acontecimentos políticos cobertos com a tendenciosidade de sempre, acho que o texto de Edu chega em boa hora. Como em relação ao texto de Roney, antecipo que a responsabilidade pelas palavras abaixo é totalmente de Edu, que, no mais, não costuma fugir de um bom debate. Ao texto, pois:

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Crônicas Classificadas: 42) Comentários de Roney Giah sobre meu texto "O PT errou"

Minha intenção com este blogue não é "ficar bem na fita" com este ou aquele. Costumo dizer que me orgulho de manter este espaço da maneira mais democrática possível. Pois bem, ora surgiu uma oportunidade pra mostrar que realmente o que digo não é cascata. Há pouco tempo, escrevi um texto que denominei O PT errou (clique no link pra lê-lo). Um querido amigo e baita compositor, Roney Giah, após leitura deste, resolveu perder um pouco de seu precioso tempo pra tecer alguns comentários acerca do assunto. Adoro as discussões inteligentes que me levam a pensar a respeito de opiniões daqueles que, em uma ou outra instância, divergem de mim. Assim, embora discorde de muito do que foi escrito por Roney (ou por isso mesmo), resolvi, em vez de lhe dar uma resposta que ficaria perdida ali entre os comentários, trazer a discussão pra uma nova publicação, assim damos mais visibilidade ao assunto e possibilitamos que outras cabeças pensantes se manifestem a respeito dele. Convido-os ao debate, pois:

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Crônicas Classificadas: 25) Um (longo) desabafo

Recebi via Caiubi o texto abaixo e tenho que admitir que gostei do que li e me enxerguei em várias coisas nele. Principalmente no que se refere a uma palavrinha que muda tudo: parâmetro! Quanto mais conhecimento temos, mais nosso leque se abre e mais temos elementos pra explicar até algo que dizem ser inexplicável, o gosto.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Joaquín Sabina en Portugués: 5) Roney Giah e a versão de "Eva tomando el sol"


Minha admiração por Sabina não se deu à primeira audição. Eu já possuía seu CD Enemigos Íntimos (em parceria com Fito Páez), do qual até gostava, mas que não me chamara a atenção de um modo especial. Contudo, como alguns professores recorrentemente falavam dele de forma enfática, como se se tratasse de uma espécie de Chico Buarque espanhol, resolvi lhe dar uma segunda chance.

Aconteceu que eu havia me tornado sócio da biblioteca do Instituto Cervantes, que conta com um belo acervo de livros, DVDs e CDs em espanhol, e, certo dia, procurando não sabia exatamente o quê, deparei-me com uns sete ou oito CDs de Sabina. Resolvi, pois, sorvê-los em doses homeopáticas, e escolhi aleatoriamente um deles pra levar pra casa a título de empréstimo.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Ninguém me Conhece: 52) Roney Giah, compositor e tudo mais


Quando comecei a frequentar o Clube Caiubi, uma das coisas que mais me chamaram a atenção foi a quase ingênua atmosfera de rebeldia, própria da juventude dos compositores e de suas canções, cheias de frescor e originalidade. Contudo, notava-se certo amadorismo. Por vezes o compositor não passava segurança na hora de interpretar sua própria canção e terminava por estragá-la. Mas isso também pertencia ao pacote "espírito rebelde". Os erros eram aplaudidos e, de tão condescendente que era a plateia, o mesmo compositor, na terceira ou quarta tentativa, já mostrava melhor desenvoltura.