E eis que o grande Gregory Hamyl está de volta com mais uma de suas interessantíssimas histórias. Quer dizer, já era pra ele ter voltado há muito tempo; eu é que andava um tanto atarefado e por isso — e por outros motivos urgentes que roubaram seu lugar na fila — me vi obrigado a adiar este tão esperado momento. Aliás, e por falar em momento, evitando o spoiler acrescento apenas que este continho que GH nos traz é uma verdadeira metáfora, não diria nem dos tempos atuais, visto que cada tempo tem elementos semelhantes às figuras deste conto, mas que cai como luva nas mãos da atualidade não há dúvida. Em sua prosa de estreia por aqui, gastei dois parágrafos pra apresentar a ele e a sua obra; desta vez, economizo um, pra que mais rápido cheguemos ao prato principal. Com vocês:
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quinta-feira, 17 de outubro de 2019
quarta-feira, 17 de julho de 2019
A Caverna de GH: 1) A lava do solo
Este novo ano que se inicia por aqui, em meu humilde bloguinho, traz uma novidade: uma coluna nova, chamada A Caverna de GH. GH é meu querido Gregory Hamyl, um multiartista talentoso pra caramba que será o dono e senhor da coluna. Ou seja, todos os textos publicados nela serão dele, que, por ser um pensador de alta periculosidade, procurado inclusive pela PI (Polícia dos Ignorantes), optou por manter-se escondido atrás desse nome artístico, pseudônimo, codinome ou seja lá o que seja. Antes de irmos à prosa, e a título de prefácio, comento apenas que o primeiro conto se trata de criação de metaforismo ímpar, assim sendo pedi a Gregory que me explicasse o contexto, o que o autor havia querido dizer com o que escreveu, e ele me mandou uma dissertação que resumo no parágrafo seguinte.
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