Pense num cabra brega, cafona, de mau gosto etc.: como diria Roberto Carlos, esse cara sou eu! Passei toda a infância (até a adolescência) ouvindo os tais artistas cafonas. Inclusive, em breve pretendo escrever sobre eles; só que agora nosso grande "papa" resolveu desencarnar, o magnífico e revolucionário João Gilberto, daí me vi obrigado a escrever antes sobre ele. Não será a primeira vez em meu blogue; há seis anos a não menos querida e saudosa Luhli, a pedido meu, escreveu lindamente sobre o maravilhoso Chega de Saudade, disco divisor de águas que em 1969 nosso Joãozinho gravou (leia aqui) —, e pouco tempo depois o não menos querido Dhenni Santos também versou em prosa sobre ele (aqui). E eis que agora chegou também minha vez de joão-gilbertear(te).Colunas
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segunda-feira, 22 de julho de 2019
Minhas Top5: 4) Aos pés de João Gilberto
Pense num cabra brega, cafona, de mau gosto etc.: como diria Roberto Carlos, esse cara sou eu! Passei toda a infância (até a adolescência) ouvindo os tais artistas cafonas. Inclusive, em breve pretendo escrever sobre eles; só que agora nosso grande "papa" resolveu desencarnar, o magnífico e revolucionário João Gilberto, daí me vi obrigado a escrever antes sobre ele. Não será a primeira vez em meu blogue; há seis anos a não menos querida e saudosa Luhli, a pedido meu, escreveu lindamente sobre o maravilhoso Chega de Saudade, disco divisor de águas que em 1969 nosso Joãozinho gravou (leia aqui) —, e pouco tempo depois o não menos querido Dhenni Santos também versou em prosa sobre ele (aqui). E eis que agora chegou também minha vez de joão-gilbertear(te).domingo, 22 de setembro de 2013
Grafite na Agulha: 2) "Wave" na trilha da novela da Globo
O grande cantor carioca Denilson Santos é um parceiro que adquiri
graças à internet (escrevi um pouco acerca de nossas parcerias aqui e
aqui). Não o conheço pessoalmente, mas é um camarada que exala pelas
palavras genteboíce, e saber ler palavras impressas é quase tão
infalível quanto saber ler um olhar. Denilson tem um CD lançado (Do
mundo), e está, pelo que ouvi, gravando o segundo, dedicado ao
repertório da parceira Luhli. Ele aceitou prontamente meu convite e,
antes que eu pudesse soletrar inconstitucionalissimamente, mandou-me seu
depoimento, do qual gostei muito.
domingo, 15 de setembro de 2013
Grafite na Agulha: 1) Chega de Saudade
É de uma simbologia muito grande que o primeiro relato desta coluna trate do LP Chega de Saudade,
pois, incontestavelmente, esse disco revolucionou a música não só do
Brasil, mas também do mundo! E a simbologia torna-se maior ainda pelo fato de o
texto ter sido escrito por esta figura única que é Luhli (de quem tenho o orgulho de ser parceiro), pois ela já
foi corresponsável por outra revolução musical, na condição de compositora de O Vira e Fala (ambas em
parceria com João Ricardo), dois sucessos que
marcaram uma geração e pertencentes ao histórico primeiro disco dos
Secos & Molhados. Mas a mulé é muito mais, se eu começar a falar a
respeito dela, não termino hoje. Aliás já falei, no Ninguém me Conhece;
pra ler o texto basta clicar em... Luhli! Agora chega de
por-enquantos e vamos aos finalmentes, ou melhor, ao Chega de
Saudade!
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