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terça-feira, 24 de abril de 2018

Notícias de Sampa: 22) Vlado Lima — sabe de tudo, culpado!

Quando neste sábado próximo, também conhecido como 28 de abril de 2018, meu amigo Vlado Lima estará no memorável Garagem Vinil lançando seu terceiro livro de poemas (a saber: Sabe de nada, inocente! de sua editora Sopa de Letrinhas), às 19h (com pontualidade NADA britânica), muito provavelmente eu, homem do futuro (visto que estou 12 horas à frente dos irmãos brasucas), estarei despertando pra manhã do dia seguinte em Tóquio, contudo querendo ter uma dessas máquinas de teletransporte que há (há?) por aí que me possibilite estar lá na rua Mourato Coelho, 585, Pinheiros, na velha Sampa City — ah, faltou falar que nessa mesma noite o sarau Sopa de Letrinhas estará comemorando seus 16 anos de sucesso! Das duas uma: ou virarei pro outro lado e pensarei em dormir mais um pouco, visto que será domingo, ou me levantarei e, contra minha religião, tomarei algo "mais forte" tão cedo só pra fazer um brinde ao evento e a seu sucesso.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Notícias de Sampa: 16) Sopa de Letrinhas, 13 anos

Caramba! Treze anos! Pense num filho que você pariu, amamentou, de quem trocou quilos de fraldas, a quem pôs pra dormir nas horas mais ingratas (e, por causa disso, passou noites em claro); daí o moleque foi crescendo, e então você teve que pensar em sua educação, sua saúde, seu vestuário, sua alimentação... Até que ele chega aos 13 anos! Pra uma criança, não é nada; mas pros pais... é uma vida de dedicação! Só que, ter filho, todo mundo tem. Desde os pais mais zelosos até aqueles picaretas que só queriam dar uma rapidinha, ou mesmo adolescentes que esqueceram a camisinha numa madrugada dessas, aos 44 do segundo tempo da balada... Mas parir poesia é outro papo!

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Notícias de Sampa: 9) Sopa de Letrinhas, 11 anos

Arte: Aimée e Louise Cerpa
Todo artista fica feliz que nem criança que ganha um brinquedo quando recebe um afago no ego. É natural, mais, é uma troca: o cara faz uma canção e vai lá dar a cara a tapa, sobe num palco e procura dar o melhor de si no intuito de emocionar a plateia, entrar em sintonia com ela, como se os dois lados formassem parte de um só corpo, uma só energia, buscando através de sua canção um magnetismo que una dois polos, como se o palco fosse espelho da plateia, e vice-versa. E, quanto mais o tempo passa, mais isso fica difícil. Quem sobe num palco hoje tem que competir com os garçons; o tilintar dos copos; as conversas paralelas; o camarada que se senta de costas pro palco e, sem microfone, quer chamar mais a atenção do que o músico; os celulares, iPods, iPhones; os que nunca ficam afônicos; e tantos outros "atravessadores" que estão ali pra tirar a atenção do público...