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domingo, 2 de junho de 2013

Trinca de Copas: 18) Adolar Marin, Kana (por Dandara Modesto) e Tavito

1) AGORA

Se eu fosse político talvez lutaria (entre outras coisas) pelas causas da chamada meia-idade (principalmente a musical). Este é um tema recorrente por aqui e que já se demonstrou espinhoso, pois às vezes quando defendemos uns parece que estamos ofendendo outros, o que não é verdade. A ofensa em algumas situações está nos olhos de quem lê. Mas deixemos os espinhos de lado e fiquemos com as flores. O fato é que queria postar aqui algumas parcerias novas, tenho mesmo umas quatro ou cinco cujo envio estou esperando há semanas, mas os parceiros andam atarefados por demais na brincadeira de ganhar a vida, e assim essas canções ficam repousando em algum lugar esperando tempo bom. Da nova leva, só mestre Tavito conseguiu me mandar uma, então, enquanto isso, resolvi resgatar duas das antigas pra completar o quadro, digo, a trinca.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Ninguém me Conhece: 75) Dandara Modesto soltando a fera

Estava agora tentando me lembrar de quando vi Dandara pela primeira vez, mas em vão. Parece que ela tem cruzado meu caminho desde sempre, embora deva ter pouco mais que a metade de minha idade. É que Dandara, pra mim, sempre foi "gente grande". Explico: claro, quando a conheci ela não devia passar de uma pirralha recém-saída dos cueiros, mas bastava abrir a voz pra soltar a fera acuada (sic) dentro da adolescente angelical. É que existem pessoas tão fominhas, que pegam a fila dos dons duas vezes. Assim é a voz de Dandara: um presente divino de um deus que fingiu não notar a artimanha da moça. De forma que ela possui naturalmente o que outras tantas, com anos de estudo e dedicação, não conseguem adquirir. É o que sempre digo a meu mano Camalle: quem é é, quem não é não é (mundus crudelis...).