Experimente pegar um cachorro vira-lata, atraí-lo com algum osso e tentar colocar nele uma coleira. O que acontecerá? Ele provavelmente avançará sobre você não exatamente abanando o rabinho. E por quê? Porque cão sem dono não é lá muito chegado em ser "adotado" sem que combinem com ele antes (mais ou menos como existem mendigos que não querem dormir em albergues). Em contrapartida, os cães domesticados enfiam o pescoço na coleira quase com tanta alegria como aceitam um osso. Essa é uma metáfora que cai como uma luva (pra não dizer uma coleira) pra exemplificar minha relação com o malfadado adereço do título da coluna: a gravata. Sou selvagem, bicho da rua, gosto de sentir o vento no rosto e corpo livre. Não curto nem essas cuecas apertadas que não deixam o "morador" respirar. Sou mais o bom e velho (e arejado) samba-canção.Colunas
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quinta-feira, 27 de abril de 2017
A Palavra É: 23) Gravata
Experimente pegar um cachorro vira-lata, atraí-lo com algum osso e tentar colocar nele uma coleira. O que acontecerá? Ele provavelmente avançará sobre você não exatamente abanando o rabinho. E por quê? Porque cão sem dono não é lá muito chegado em ser "adotado" sem que combinem com ele antes (mais ou menos como existem mendigos que não querem dormir em albergues). Em contrapartida, os cães domesticados enfiam o pescoço na coleira quase com tanta alegria como aceitam um osso. Essa é uma metáfora que cai como uma luva (pra não dizer uma coleira) pra exemplificar minha relação com o malfadado adereço do título da coluna: a gravata. Sou selvagem, bicho da rua, gosto de sentir o vento no rosto e corpo livre. Não curto nem essas cuecas apertadas que não deixam o "morador" respirar. Sou mais o bom e velho (e arejado) samba-canção.
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