Fuçando num grupo do facebook dedicado a Jorge Drexler, descobri que esse uruguaio cidadão do mundo acaba de fazer uma linda participação no mais recente trabalho de Djavan, Vesúvio, cantando uma versão em espanhol de uma das canções desse disco. Bastou isso pra eu me pôr a reouvir Djavan, este que, como Lulu, é um hitmaker de mão cheia. Só que Djavan, embora tenha também uma veia pop acentuada, é mais, digamos, classudo, jazzístico e emepebístico, tanto em suas melodias elaboradas quanto em suas letras únicas — e não raro ininteligíveis, dizem as más línguas.
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sexta-feira, 18 de janeiro de 2019
quinta-feira, 10 de janeiro de 2019
Minhas Top5: 1) Lulu de todos os Santos
Gosto de cochilar ouvindo música, e cada vez escolho um artista diferente pra (re)ouvir, o que não deixa de ser também uma viagem no túnel do tempo rumo a meu passado. Recentemente, o escolhido foi Lulu Santos, e, enquanto ressonava (e ele ressoava), tive a ideia de usar mais uma vez meu blogue pra prestar outras — e novas — homenagens a esses tantos artistas que fazem parte de minha memória afetiva; assim, enquanto suas canções faziam ligação direta entre meus tímpanos e meu coração, bolei a estrutura e batizei de Minhas Top5, coluna que estreio agora, e, como Lulu foi a mola propulsora, começo por acertar minhas contas com ele.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2019
Versão Brasileira: 4) "Alto el fuego", por Augusto Teixeira + textinho de feliz ano novo
O ano de 2018 foi pra mim extremamente delicado. Pela primeira vez na vida, passei um ano inteiro morando fora do Brasil (pra quem me lê pela primeira vez, acrescento que estou vivendo em Tóquio, Japão, desde fins de novembro de 2017), e, se comi o pão que o diabo amassou, em contrapartida não posso omitir que, naturalmente, foi um ano cheio de experiências novas. Vi-me obrigado, entre outras coisas — e pela dificuldade de me comunicar em japonês —, a trabalhar num ramo com o qual nunca nem sequer havia sonhado: de um dia pro outro lá estava eu trabalhando numa churrascaria brasileira no coração de Tóquio.quinta-feira, 6 de dezembro de 2018
Grafite na Agulha: 48) A vida selvagem dos Wings
Meu amigo Erico Baymma, que nasceu em Minas, mas é cearense de coração (e de vivência), compositor inspirado e cabra dono de uma escrita das mais finas, presenteou-me (a meu blogue — e mais especificamente esta coluna — e a seus leitores) com um depoimento belíssimo sobre o disco em questão. Queria ter tempo pra fazer um prefácio melhor, mas, como ele me pediu encarecidamente que publicasse esta prosa antes do dia 7 corrente (data em que o disco em questão será mundialmente relançado dentro de uma caixa com os dois primeiros discos do Wings, entre outras coisas), passei por aqui rapidamente pra viabilizar a publicação. Divirtam-se com o texto e o disco.domingo, 25 de novembro de 2018
Crônicas Classificadas: 47) A física de Chico Buarque
A vida em sociedade é um ato político. Assim, todo ser humano, em contato com o meio, acaba se transformando num ser político. Inclusive os alienados o são, embora não saibam disso. A política permeia nossas relações, sejam elas profissionais ou afetivas. Quando saímos de casa, independente de pra onde estejamos indo, levamos conosco nossa bagagem política. Assim também o faz um professor. Não existe neutralidade. Claro, existem as ocasiões que se nos apresentam; há os momentos propícios pra algo e os que não o são. O bom senso é primordial. Especificamente falando sobre essa suposta "escola sem partido", considero-a, mais que uma grande bobagem, algo difícil (pra não dizer impossível) de se pôr em prática.quarta-feira, 31 de outubro de 2018
Esquerda, Volver: 23) Bolsonaro, é melhor já ir se acostumando: a esquerda não morre!
Estava preparado pra publicar este texto no sábado véspera da eleição, mas fui alertado de que a partir das 22h usar as redes sociais pra fazer propaganda política seria considerado crime, então aguardei seu término e o publico (e divulgo) agora, adaptado.
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| Por Francisco Daniel |
segunda-feira, 24 de setembro de 2018
Canções em Colisão: 1) Eu levo a vida ou é ela que me leva?
Tenho trabalhado muito nesta minha fase nipônica, o que me dificulta escrever com a regularidade de que gostaria. Quando as ideias pintam, rabisco rapidamente pra não esquecê-las e vou cuidar da vida até o momento em que o cansaço e a preguiça não me vencem. Reparem: estou retocando esta prosa já faz mais de um mês e não logro finalizá-la. Este prefácio, inclusive, não existia no original; entretanto, resolvi incluí-lo só pra deixar vocês a par deste parto que é o ato de escrever quando o tempo não ajuda. Entretanto, estou contente; esta nova fase tem me trazido muito aprendizado. E o que vem a seguir trata um pouco disso. Pra tal, resolvi estrear nova coluna, que se chama Canções em Colisão (aceito sugestões). Vamos a elas.
terça-feira, 11 de setembro de 2018
A Palavra É: 45) Espera
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| Por Francisco Daniel |
quarta-feira, 15 de agosto de 2018
Esquerda, Volver: 22) Por que eu (ainda) sou Haddad
Quem me conhece pessoalmente ou pelo menos acompanha com certa regularidade meu blogue sabe que tenho sido neste espaço ferrenho crítico dos governos petistas desde que o então presidente Lula se aliou com tudo o que há de pior na política brasileira pra poder governar. Meu amigo Teju Franco, que sabe mais de política que eu e, além do mais, é bastante pragmático, tem sido um sujeito que sempre procuro ouvir — embora vez em quando discorde dele — pra entender melhor a ferramenta da governança, e saquei que em algo estamos de acordo: Lula foi o melhor presidente que o Brasil já teve desde... Juscelino? Vargas? A questão é que, discordando de Teju, entendo que Lula formou mais consumidores que seres pensantes. E eu, que mal compro mais que arte, comida, vestuário e birita, sempre me senti na contramão dessa "formação" de cidadão.sexta-feira, 3 de agosto de 2018
A Palavra É: 44) Tempo
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| Por Francisco Daniel |
segunda-feira, 30 de julho de 2018
Esquerda, Volver: 21) Chico & Gil, 45 anos sem se calarem
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| Por Mauro Pimentel |
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