![]() |
| "... e pegar o sol com a mão" |
Colunas
- Crônicas Desclassificadas (193)
- Ninguém me Conhece (86)
- A Palavra É (51)
- Grafite na Agulha (50)
- Crônicas Classificadas (49)
- Os Manos e as Minas (40)
- Trinca de Copas (40)
- Esquerda Volver (32)
- Textos Avulsos (28)
- Notícias de Sampa (23)
- Joaquín Sabina en Portugués (19)
- Entrevistando (15)
- Eu Não Vi Mas Me Contaram... (15)
- Um Cearense em Cuba (15)
- De Sampa a Tóquio (14)
- Trinca de Ouro (12)
- 10 textos recomendados (10)
- Cançonetas (9)
- Canções que Amo (6)
- Minhas Top5 (5)
- Versão Brasileira (5)
- Cinema & Cia. (3)
- No Embalo da Toada (3)
- A Caverna de GH (2)
- Canções em Colisão (2)
- PodCrê (2)
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
A Palavra É: 10) Férias
terça-feira, 25 de agosto de 2015
Versão Brasileira: 3) "One More Cup of Coffee" por Sander Mecca
Tenho uma relação de longa data com a música de Bob Dylan. Lembro que meu primeiro contato com ela foi de estranheza. Tirante Blowin in the Wind, que foi amor à primeira ouvida, tudo o mais me parecia um tanto torto (então, eu só dava atenção às linhas retas...). E sua voz não ajudava; áspera, falha, esganiçada, não parecia em nada com a de Roberto Carlos, meu maior ídolo na época (tempos depois, a estranheza se repetiria com a voz de Chico Buarque, mas aí eu já estava vacinado contra os preconceitos da linha reta). Confesso que demorei pra gostar do primeiro disco que comprei dele (um the best of). Contudo, como a galera a meu redor gostava tanto do cara, fiquei ouvindo e reouvindo, tentando entender o que todos viam... aliás, ouviam de tão fascinante que eu não conseguia detectar.
segunda-feira, 17 de agosto de 2015
Crônicas Desclassificadas: 163) O PT errou

Eu sei, eu sei que, quando um blogueiro semianônimo se digna a escrever sobre manifestações, consegue, quando muito, pregar pra convertidos. Sim, pois os que concordam com ele vão aplaudi-lo (ou buscar um texto similar de alguém mais conhecido pra compartilhar no feicibuque) e os que discordam dele vão ignorá-lo. Pensando nisso, resolvi mudar de tática e abordar o assunto sob um viés diferente. É arriscado? É, obviamente, mas, se viver sem risco já é um troço chato pra caramba, escrever sem risco é mais chato ainda. Sem falar que o camarada acaba se tornando burocrático. Por essas e outras, resolvi focar neste texto não as barbaridades do grande circo de domingo passado (que de místico não teve nada), mas, sim, os erros do PT.
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
Crônicas Classificadas: 40) "Como suportar jabs...", de Vlado Lima, por Xico Sá
Imagino Vlado com seus 12 anos, trancado no banheiro, sentado no trono em cena mezzo Shakespeare, mezzo Nelson Rodrigues, com uma Playboy na mão direita, um livro (não sei se de Fante ou Bukowski — se bem que, nessa idade, o mais provável é que fosse um gibi fuleiro) na esquerda, uma bola de capotão banguela embaixo do Kichute de bico aberto, e pensando no tal do "ser ou não ser". Eis a questão! Queria ser um mano (ainda que Brown), um intelectual, um centro-avante? Duas horas mais tarde, após inúmeras pancadas na porta desferidas por su madre, sairia ele, ainda mais indeciso do que entrara, deixando na privada o resultado de duas punhetas e trazendo dentro da cueca, em contrapartida, um projeto de poema escrito (a lápis) num papel higiênico... usado.
segunda-feira, 27 de julho de 2015
Grafite na Agulha: 35) Na trilha de Bob Dylan
Sam Peckinpah foi um diretor estadunidense que nos presenteou com um punhado de clássicos do cinema (Sob o Domínio do Medo, Os Implacáveis, Meu Ódio Será Sua Herança, Tragam-me a Cabeça de Alfredo Garcia etc.). Por isso, quando, há alguns anos, fui ver Pat Garrett & Billy the Kid, minhas expectativas não eram das menores. Após o "the end", até que não achei o filme ruim, só que percebi que ele estava bem abaixo tanto da média dos faroestes (incluam-se os italianos spaghetti western) quanto da média do próprio Peckinpah. Fiquei encafifado e pensei: "Será que o problema foi minha grande expectativa?" Só que depois pesquisei a respeito e descobri que não estava só em minha decepção. Li que as exigências dos produtores acabaram prejudicando o resultado final, o que refletiu num público abaixo do esperado.
quinta-feira, 16 de julho de 2015
A Palavra É: 9) Plural
Não sou capaz de jurar, mas acho que essa grande bobagem começou na época em que José Sarney herdou a presidência do Brasil e começou com aquele papo de "brasileiros e brasileiras": De lá pra cá, a coisa só piorou... Já houve entre nós um tempo em que se desejava "paz na terra aos homens de boa vontade"; um compositor popular cantava "esses moços, pobres moços"; cheguei a assistir a um clássico do faroeste que se chamava Da Terra Nascem os Homens; na literatura, fez muito sucesso por estas plagas o romance Capitães de areia; uma peça muito famosa foi intitulada Os pequenos burgueses; havia mesmo um provérbio (se não me engano, árabe) que dizia que "os cães ladram e a caravana passa"; um poeta escreveu "eles passarão, eu passarinho"; etc. etc.
quinta-feira, 9 de julho de 2015
O X do Poema – 5 anos!
E não é que O X do Poema chega ao quinto ano de existência? Parece que foi ontem que comecei, atabalhoadamente, a cometer os primeiros disparates por escrito. De lá pra cá, apesar de longe ainda da excelência, sou obrigado a reconhecer que aprendi bastante acerca do ofício da escrita. A teimosia, a persistência, a força de vontade pra superar por vezes textos que ficaram à míngua e, naturalmente – e principalmente –, o tesão de escrever por escrever, todas essas coisas juntadas à liberdade de expressão que meu país logrou me possibilitar propiciaram a meu espacinho chegar a seu quinto aniversário.
sábado, 4 de julho de 2015
A Palavra É: 8) Dezesseis
O sumido Belchior costumava cantar "Presentemente eu posso me considerar um sujeito de sorte/ Porque apesar de muito moço me sinto são e salvo e forte/ E tenho comigo pensado: Deus é brasileiro e anda do meu lado/ E assim já não posso sofrer no ano passado". Eu, apesar de não ser mais tão moço assim, poderia ter escrito esses versos, pois me considero um sujeito de sorte. Mais, considero-me mesmo um vencedor. Vindo de onde vim, passando pelos becos e presepadas por que já passei, tô no lucro. Sem falar que, salvo alguma marmelada extracampo, ainda vejo longe o fim do tempo regulamentar das batidas del mio cuore. E, assim como disse Belchior, "já não posso sofrer no ano passado".quarta-feira, 1 de julho de 2015
Crônicas Classificadas: 39) A little help, my friends
Já falei mais de uma vez isso por aqui, mas não custa repetir: considero meu camarada Edu Franco uma das inteligências mais apuradas dentre meu rol de amizades. Além de músico e compositor, versa com naturalidade e desenvoltura sobre os mais diversos assuntos. Aliás, na escrita, sua pena é toda estilosa, tanto que, até quando verborrágica (o que costuma suceder amiúde), prende-nos a atenção, e a leitura resulta prazerosa. Só lamento que Edu tenha mais talento pra teorizar que pra executar. Contudo, seus pensamentos filosóficos sempre desaguam em boas prosas. E importantes, sobretudo no meio musical – que é aquele pelo qual transitamos –, visto que estamos um tanto carentes de ideias/cabeças lúcidas que saibam, senão enxergar uma luz no fim desse interminável túnel, ao menos iluminar a escuridão.
segunda-feira, 22 de junho de 2015
Trinca de Copas: 29) Álvaro Cueva (+ Marcio Policastro), Augusto Teixeira e Marito Corrêa
1) CONSPIRAÇÃO
Pra ser bem sincero, tenho certo medo de redes sociais. Além do fato de passivamente nos deixarmos ser observados de modo invasivo (manjam o Grande Irmão?), noto também que ali muitas pessoas, protegidas pela distância (e muitas vezes pelo anonimato – perfis falsos, vírus etc.), acabam deixando transparecer o pior de si. Contudo, admito que, nesse quesito, as redes sociais não estão sozinhas, nem são as únicas culpadas. O ser humano, quando quer pôr pra fora seu Mr. Hyde, sempre acha motivo, local e ocasião. Aberrações à parte, acredito que é bacana nos aproveitarmos do lado bom que esses mecanismos (e a tecnologia em geral) nos oferecem.
Pra ser bem sincero, tenho certo medo de redes sociais. Além do fato de passivamente nos deixarmos ser observados de modo invasivo (manjam o Grande Irmão?), noto também que ali muitas pessoas, protegidas pela distância (e muitas vezes pelo anonimato – perfis falsos, vírus etc.), acabam deixando transparecer o pior de si. Contudo, admito que, nesse quesito, as redes sociais não estão sozinhas, nem são as únicas culpadas. O ser humano, quando quer pôr pra fora seu Mr. Hyde, sempre acha motivo, local e ocasião. Aberrações à parte, acredito que é bacana nos aproveitarmos do lado bom que esses mecanismos (e a tecnologia em geral) nos oferecem.quinta-feira, 18 de junho de 2015
Notícias de Sampa: 16) Sopa de Letrinhas, 13 anos
Caramba! Treze anos! Pense num filho que você pariu, amamentou, de quem trocou quilos de fraldas, a quem pôs pra dormir nas horas mais ingratas (e, por causa disso, passou noites em claro); daí o moleque foi crescendo, e então você teve que pensar em sua educação, sua saúde, seu vestuário, sua alimentação... Até que ele chega aos 13 anos! Pra uma criança, não é nada; mas pros pais... é uma vida de dedicação! Só que, ter filho, todo mundo tem. Desde os pais mais zelosos até aqueles picaretas que só queriam dar uma rapidinha, ou mesmo adolescentes que esqueceram a camisinha numa madrugada dessas, aos 44 do segundo tempo da balada... Mas parir poesia é outro papo!
Assinar:
Postagens (Atom)






