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terça-feira, 23 de setembro de 2014

Os Manos e as Minas: 17) Madan, eles não sabem...

Madan, meu velho, faz uma semana que você partiu dessa pra... melhor, pior, igual, diferente... sei lá, só sei que faz uma semana que você nos abandonou. Daí que hoje eu levei seu som pra caminhar comigo no Parque Trianon e, enquanto caminhava, tive um insight... Não, procuremos outra palavra... Revelação. É isso! Tive uma revelação! Começou a chover, e foi até bom, porque assim pude pôr na chuva a culpa pelas lágrimas que caíam. Sim, Madan, eu, que estava tão longe de você, senti imensamente sua falta. Uma coisa é termos um amigo morando longe, outra coisa completamente diferente é termos um amigo partindo pra sempre pra ir morar lá onde o wifi não pega, não há sinal de celular, o carteiro não passa e mesmo o tempo parece ser coisa do passado...

quarta-feira, 9 de março de 2011

Ninguém me Conhece: 41) Madan, raridade

Já comentei aqui várias vezes a respeito daquela reunião no apartamento em que vivia Élio Camalle, quando estive de penetra numa reunião de artistas da Dabliú Discos e conheci, entre outros, Kléber AlbuquerqueMárcia SalomonFernando Forni (Daisy Cordeiro também estava, mas eu já a conhecia)... Pois bem, entre eles estava também Madan, compositor que se dedica à difícil arte de musicar poemas. A primeira impressão que tive dele foi de que era um camarada altivo. Alto, elegante, cabelos longos e barba por fazer à la Mickey Rourke, não era exatamente bonito, mas transpirava charme, classe. Simpatizei com ele na hora, embora tenha notado que a recíproca não foi verdadeira.